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Empresas portuguesas apontam ciberataques como risco principal

De acordo com a “A Visão das Empresas Portuguesas sobre os Riscos 2021”, elaborada pela Marsh Portugal pelo sétimo ano consecutivo, os ciberataques são a maior inquietação das empresas portuguesas. Na recolha de dados realizada pela Marsh Portugal, entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, os ataques informáticos ficaram no topo desta lista de riscos, com 57%, assegurando de novo o primeiro lugar, que ocupam desde 2018.

Para a realização deste estudo, a Marsh contou com a participação de 152 empresas portuguesas, pertencentes a 21 setores de atividade, com mais de metade da amostra empregando 250 (ou mais) trabalhadores e com, pelo menos, cinco milhões de euros em volume de negócios. Este estudo pretende, ainda, fazer a ponte com o Global Risks Report 2021, desenvolvido pelo World
Economic Forum com o suporte da Marsh & McLennan.

Numa segunda posição encontram-se, empatados, o risco de pandemia/surtos (em 2020, apenas 6% das empresas portuguesas tinha identificado como um dos riscos a pandemia/surtos) e instabilidade política ou social, ambos com 53%, seguidos dos riscos de recessão (37%), eventos climáticos extremos (29%) e crises financeiras ou fiscais (24%). Ainda assim, só pouco mais de um
terço (35%) admitiu que o valor orçamentado para a gestão de riscos irá aumentar na sua empresa.

Destaque ainda para o facto de quase metade dos inquiridos (47%) ter dito que o impacto da pandemia fez com que tivessem aumentado as preocupações a nível ambiental, o que levou à implementação de políticas ambientais.

In MarketReport

Empresas nacionais estão mais preocupadas com ataques cibernéticos do que COVID-19

Estudo indica que os ataques cibernéticos são apontados como o principal risco para as empresas portuguesas, À frente de temas como pandemia, recessão ou crises financeiras.

De acordo com os resultados do mais recente estudo “A Visão das Empresas Portuguesas sobre os Riscos 2021”, divulgado pela Marsh Portugal, o risco de ataques cibernéticos é o que mais preocupa as empresas nacionais, no que respeita aos riscos que podem vir a enfrentar em 2021. A recolha de dados, relacionados com a perceção das empresas, que suportam este estudo foi feita entre o mês de dezembro de 2020 e o início de janeiro de 2021.

Este estudo, que se realiza pelo sétimo ano consecutivo, tem como principais objetivos identificar os potenciais riscos que as empresas consideram que o mundo e elas próprias irão enfrentar, analisando, também, a evolução do papel da gestão de riscos nas empresas portuguesas. Este ano foi incluído um capítulo dedicado à pandemia de COVID-19, com a intenção de ser captada a visão das empresas nacionais, sobre o impacto que a pandemia tem vindo a ter nos seus negócios, quais as principais áreas que foram afetadas e se, de alguma forma, esta pandemia influenciou a implementação de políticas ambientais. Para a realização deste estudo, a Marsh contou com a participação de 152 empresas portuguesas, pertencentes a 21 sectores de atividade, com diferentes volumes de faturação, bem como de número de colaboradores. Dentro das empresas respondentes, 82% não são cotadas em bolsa. Este estudo nacional, realizado pela Marsh Portugal, pretende fazer uma ponte com o “Global Risks Report 2021”, desenvolvido pelo World Economic Forum e que contou com o apoio de parceiros estratégicos na sua elaboração, como a Marsh McLennan.

De acordo com o presente estudo, 63% das empresas portuguesas considera que a “pandemia/propagação rápida de doenças infeciosas” é, com pouca surpresa, o principal risco que o mundo poderá vir a enfrentar em 2021, ainda que, imediatamente seguido pelos “ataques cibernéticos em grande escala com 62%”. Em terceiro lugar, surgem as “crises fiscais e financeiras em economias chave” com 46%; em quarto lugar, com 38%, o “elevado desemprego ou subemprego estrutural”; e em quinto encontramos a “falha de governance nacional” e os “eventos climáticos extremos”, ambos com 34%. Ao analisar a evolução dos resultados ao longo dos últimos cinco anos, o risco “pandemia/propagação rápida de doenças infeciosas” aparece pela primeira vez no top 5 e diretamente para a primeira posição, muito em virtude do momento que o mundo atravessa com a pandemia de COVID-19.

Sobre os riscos que as empresas receiam vir a enfrentar no ano de 2021, 57% afirma que os “ataques cibernéticos” é o risco com maior probabilidade de ocorrer, seguido de “pandemia/surtos” e “instabilidade política ou social”, com 53%. Em terceiro lugar surge a “recessão”, com 37%, e, em quarto e quinto lugares, respetivamente, estão os “eventos climáticos extremos”, com 29%, e a “crise financeira/crises fiscais”, com 24%.

Fernando Chaves, Risk Specialist da Marsh Portugal, afirma que “o cenário de ameaças cibernéticas tem evoluído rapidamente, reforçado pela pandemia, o que leva as empresas a procurarem respostas mais céleres para lidar com estas exposições. É crucial que garantam formação especializada aos seus colaboradores, para que acompanhem o ritmo atual da digitalização e adaptem as suas operações às novas tecnologias”.

90% das empresas inquiridas afirma que a importância dada pela sua organização à gestão de riscos é suficiente ou elevada. De realçar que a elevada importância regista uma percentagem de respostas superior à suficiente importância, assim como, a percentagem das empresas que afirma dar pouca importância à gestão de riscos diminuiu. Esta evolução positiva poderá ser o reflexo das empresas portuguesas estarem mais conscientes do papel que a gestão de riscos representa para garantirem a sua continuidade de negócio. Relativamente aos valores orçamentados para a gestão de riscos em 2021, 35% das empresas afirma ter aumentado e 45% afirma ter estabilizado.

Rodrigo Simões de Almeida, CEO da Marsh Portugal, acredita que “uma das palavras para 2021 possa ser “resiliência”. A gestão de riscos não deve ser uma área a descurar, principalmente em períodos de crise, dado que poderia ser até contraproducente para as organizações baixarem as suas linhas de defesa em alturas em que podem estar mais expostas às muitas ameaças internas e externas. A resiliência das organizações passa, no imediato, pela capacidade de investir numa gestão de riscos mais abrangente”.

 

In IT.Insight

Teletrabalho: como ser mais produtivo, saudável e feliz

Trabalhar em casa deixou de ser uma exceção, para se tornar uma prática generalizada. Como qualquer outra mudança, o teletrabalho trouxe novos desafios e riscos às famílias, sobretudo na hora de integrar a vida profissional no espaço pessoal, sem que isso perturbe a segurança, saúde e bem-estar de todos.

A boa notícia é que muitos destes riscos podem ser evitados com algumas mudanças de rotina ou pequenas estratégias que permitam uma maior proteção das famílias e dos seus espaços de teletrabalho. A Zurich apresenta oito sugestões a adotar para tornar o teletrabalho numa realidade mais segura.

  1. Torne o seu espaço mais seguro. Nenhum ambiente é mais familiar do que o de casa e isso leva-nos muitas vezes a ignorar alguns riscos – sobretudo porque, ao contrário do que acontece numa empresa, não há outras pessoas responsáveis por acautelar e melhorar a segurança do espaço. Contrarie esta tendência e dedique algum do seu tempo a analisar a divisão onde trabalha e outros locais da casa onde passa mais tempo. Depois disto, otimize os espaços e a disposição de equipamentos, mobiliário e outros objetos para aumentar a segurança. Pode também fazer algumas adaptações e ajustes para prevenir quedas, como manter o chão sem cabos soltos, ou evitar olhar para os emails no telemóvel enquanto se dirige de uma divisão para outra.
  2. Proteja os equipamentos. Manter os seus equipamentos protegidos de acidentes não é só uma garantia de que tem as ferramentas necessárias para fazer o seu trabalho, mas também uma segurança adicional para a sua casa, uma vez que diminui o risco de curto-circuitos e incêndios.
  3. Verifique as soluções de proteção mais adequadas. Se trabalha por conta de outrem, saiba que o seu seguro de acidentes de trabalho se aplica ao local onde está a exercer a atividade, quer seja no escritório, ou em regime de teletrabalho. No entanto, é necessário que a sua empresa formalize, junto do segurador, a sua mudança de regime laboral e a morada da sua residência, onde passa a trabalhar. No caso de trabalhadores independentes, há soluções específicas de proteção que podem ser contratualizadas.
  4. Mantenha as costas direitas, alongue e caminhe. Posturas incorretas causam, ao longo do tempo, dores crónicas de coluna, mas também são fonte de stress, ansiedade e depressão. Para prevenir estes cenários, opte por transformar o seu ambiente de trabalho num espaço ergonómico, adotando soluções como: utilizar uma cadeira ergonómica e uma secretária ajustada à sua altura (a posição dos braços deve manter-se nos 90°); elevar o ecrã à altura dos olhos para evitar uma tensão excessiva no pescoço e coluna; sentar-se com as costas direitas, evitando estar com a cara muito próxima do monitor e usar um apoio de pés. Para além disto, faça pausas regulares, para realizar alguns exercícios de alongamento do corpo, para aliviar o stress acumulado do corpo e descansar a sua visão da exposição ao ecrã, sem esquecer uma rotina de atividade física ou desporto, seja dentro de casa ou nas imediações da sua residência – manter-se ativo/a contribuir para reforçar o sistema imunitário e prevenir diversas doenças.
  5. Distinga a casa do escritório. Nem sempre é fácil de pôr em prática, mas criar um espaço exclusivo para o trabalho acaba por ter vantagens na concentração, produtividade e na separação entre a esfera familiar e profissional. Se não tem um escritório (nem uma divisão livre que possa transformar num), procure criar um espaço de trabalho diferenciado na sala ou no quarto.
  6. Seja disciplinado com os blocos de horários que definir. É fácil deixarmo-nos levar e trabalhar horas a mais, saltar pausas ou acabar uma ou outra tarefa fora de horas. Para evitar que estas exceções se tornem a regra, é importante que se autodiscipline em cumprir blocos de horários ajustados às suas necessidades e exigências familiares. Para isso, defina momentos de pausa e uma hora limite em que terá mesmo de se desligar de todas as tarefas e contactos.
  7. Crie estratégias em família. Uma melhor gestão de tempo em teletrabalho (ou de estudo, no caso das crianças e jovens) só é possível com o esforço e compromisso de toda a família. Reúna a sua família e partilhem as necessidades de cada um em termos de rotina e a melhor forma de agilizar os dias. Será sempre preciso estar disposto a negociar – seja com os adultos ou as crianças – para que todos possam tirar partido da nova rotina, sem ansiedade adicional. Nisto tudo, guarde também tempo para pequenos momentos mais descontraídos e de diversão ao longo do dia: as crianças merecem – e os adultos também.
  8. Mantenha-se em contacto. Nunca houve tantas formas de comunicar, portanto, tire proveito delas. Com alguma dedicação, pode trabalhar “mais perto” dos seus colegas, mesmo que à distância. Comunique com eles, não apenas por mensagens instantâneas e emails, mas faça também chamadas de voz e vídeo para manter a proximidade com os restantes colegas. Esta comunidade virtual vai ajudá-lo a combater o isolamento do teletrabalho e a fomentar o espírito de equipa entre todos.

Trabalhar a partir de casa continuar a ser um grande desafio. Ainda assim, ao adotar estas e outras medidas adaptadas à sua realidade, vai sentir-se mais confortável e motivado a trabalhar em casa, aproveitando os verdadeiros benefícios que o teletrabalho nos trouxe – como a maior flexibilidade, o fim do stress no trânsito ou mais horas junto da família e animais de estimação. Aproveite-as e faça deste modelo de trabalho uma vantagem para si e para a sua família.

 

In LiderMagazine

10 razões para mudar para um veículo elétrico

Quando se fala sobre a viabilidade dos veículos elétricos, da rede de carregamento, do custo da eletricidade (e da fonte dessa mesma energia), é seguro afirmar que a mobilidade elétrica veio para ficar – é a solução mais viável para compatibilizar o transporte individual, coletivo e partilhado, com a qualidade do ar nas grandes cidades.

A preocupação para com o impacto ambiental que os meios de transporte por que optamos têm no processo de descarbonização da sociedade, deverá ser constante. É importante a consciencialização da importância do papel que cada cidadão desempenha e a desmistificação de alguns aspetos relativos à utilização diária de veículos elétricos.

Promover o Bem-Estar Comum!

Optar por meios de transporte elétricos reflete, não só a preocupação para com o ambiente, mas também para com o bem comum, reduzindo o nível de poluição atmosférica e sonora nos meios urbanos.

A Mobilidade Elétrica não representa a única solução para resolução da crise ambiental, contudo, representa uma parte importante no dia-a-dia de cada um. Seja em viagens diárias ou de longa distância, é importante avaliar a disponibilidade de meios de transporte menos poluentes.

Emissões Zero

Os Veículos Elétricos emitem zero gases poluentes durante a sua circulação, visto que não existem combustíveis no funcionamento dos motores elétricos.
Adicionalmente, se o carregamento do Veículo Elétrico for efetuado durante a noite, as emissões serão, na maioria das vezes, completamente limpas, inclusive na origem da produção da electricidade que está a ser consumida.

Ao optar pelo carregamento durante o horário noturno é feito o aproveitamento dos excedentes das energias renováveis (eólica, hidráulica…), que atualmente são desperdiçados muitas noites por falta de procura, e por não existirem ainda formas de a armazenar.
Contudo, mesmo se o carregamento for efetuado durante o dia, mais de 60% da energia elétrica produzida em Portugal provêm de fontes renováveis (fonte: APREN).

Poupança Diária

A título de exemplo, para percorrer cerca de 800 km por mês, com uma média de 27 km por dia:

  • Veículo a gasolina
    Com um consumo médio de 7 l / 100 km, um veículo a gasolina consome cerca de €86 em combustível por mês (média de €1,54 por litro de gasolina).
  • Veículo a gasóleo
    Com um consumo médio de 6 l / 100 km, um veículo a gasolina consome cerca de €66 em combustível por mês (média de €1,37 por litro de gasóleo).
  • Veículo Elétrico
    • Carregamento em PCR – Postos de Carregamento Rápido:
      Com um consumo médio de 15 kWh / 100 km, um Veículo Elétrico consome cerca de €48 em carregamentos rápidos por mês (média de €0,40 por kWh) – se só utilizar os PCR para carregar o veículo;
    • Carregamento em Casa (Tarifa Simples):
      Com um consumo médio de 15 kWh / 100 km, um Veículo Elétrico acresce cerca de €24 na fatura mensal de eletricidade (média de €0,20 por kWh, em tarifa simples);
    • Carregamento em Casa (Tarifa Bi-horária):
      Com um consumo médio de 15 kWh / 100 km, um Veículo Elétrico acresce cerca de €12 na fatura mensal de eletricidade (média de €0,10 por kWh, em tarifa bi-horária), quando o carregamento é efetuado durante o período de vazio (durante a noites);

Ou seja, mesmo numa situação em que carregue o seu Veículo Elétrico fora de casa, através de PCR – Postos de Carregamento Rápido, o valor de consumo é muito inferior a um veículo de combustão.

Estacionamento Gratuito / Descontos

Existem vários municípios que oferecem condições vantajosas para estacionamento de veículos elétricos.
Consulte a listagem de Municípios com isenção/desconto no estacionamento para Veículo Elétrico

Em Lisboa, por exemplo, basta solicitar o Dístico Verde junto da EMEL para que possa estacionar em todas as Zonas de Estacionamento de Duração Limitada, nos lugares tarifados, sem haver lugar ao pagamento da tarifa de estacionamento e sem limite de tempo. Esta isenção é dirigida a veículos 100% elétricos. Os Dísticos verdes têm a validade máxima de 1 ano e custam atualmente 12€/ano.

Isenção de Impostos

Os Veículos Elétricos são isentos de IUC – Imposto Único de Circulação e ISV – Imposto Sobre Veículos. Para as empresas, os Veículos Elétricos são também isentos de Tributação Autónoma em sede de IRC e o IVA – Imposto de Valor Acrescentado é dedutível.

Carregamentos Gratuitos

Em vários locais de lazer, parques de estacionamento, empresas, hotelaria e restauração, existem postos de carregamento, muitas vezes gratuitos, instalados pelos proprietários dos espaços, que oferecem o carregamento aos seus clientes.

Adicionalmente, existe a rede de TDC – Tesla Destination Chargers, gratuita, contudo, poderá ser reservada a clientes dos espaços onde os TDC estejam instalados.

Sem Perturbações

Um Veículo Elétrico não emite ruído e não apresenta trepidações.
Se nunca conduziu um Veículo Elétrico, faça um test-drive.
A experiência de condução de um veículo 100% elétrico não tem comparação com qualquer outro veículo.

A presença de perturbações – causadas pelo funcionamento de um motor a combustão – é uma fonte de distração, mesmo que seja quase inconsciente. Quando um veículo é silencioso e suave, dá espaço para que os hábitos de condução também se adaptem a esse silêncio e a essa calma.

Menos Manutenção

  • Menos peças, menos avarias, menos manutenção
    Em comparação com os veículos com motor de combustão interna, os veículos elétricos têm uma manutenção muito reduzida!

    Um veículo elétrico ligeiro tem cerca de 1% do número de peças móveis, em comparação com um veículo ligeiro a combustão.
    Visto que não usam óleos do motor, nem filtros, nem correias, em vez de ser efetuada a revisão a cada 15.000 quilómetros para substituir estes elementos, só têm necessidade de o fazer a cada 50.000 quilómetros (embora as marcas aconselhem uma ida anual à oficina).

  • Travões
    A maioria dos veículos elétricos utilizam o motor para travar, o que permite utilizar essa energia para recarregar as baterias. Esta característica, chamada de travagem regenerativa, evita o desgaste das pastilhas dos travões, e, simultaneamente, aumentar a eficiência do veículo.
  • Pneus
    Na sua maioria, os Veículos Elétricos circulam quase sempre nas cidades e a velocidades baixas, logo, os pneus também duram muito mais.

Segundo o testemunho de taxistas que utilizam carros elétricos, a manutenção destes é inferior a 100 euros anuais, além de uma mudança de pneus a cada 100.000 ou 120.000 quilómetros. E isto percorrendo mais de 50.000 quilómetros por ano, algo quase impensável para um particular.

Incentivos de Aquisição

Desde 2015 que são disponibilizados Incentivos para Aquisição de Veículos Elétricos, como medida para mitigar as Alterações Climáticas.

Esta iniciativa estatal encontra-se inserida no âmbito do Fundo Ambiental.
Para 2020, já foram entregue as verbas para os Incentivos de Aquisição, válidos para veículos 100% elétricos ligeiros de passageiros e mercadorias, tal como para bicicletas, motociclos, ciclomotores elétricos, bicicletas de carga e bicicletas convencionais.

Segundo o Orçamento de Estado, aprovado para 2021, os Incentivos de Aquisição serão novamente disponibilizados para Veículos 100% Elétricos adquiridos desde 1 de janeiro de 2021.

Acesso Privilegiado

Cada vez mais cidades em todo o mundo optaram por reduzir a circulação de veículos nos centros urbanos, onde a densidade populacional é maior. Contudo, na grande maioria, os Veículos Elétricos são exceção a essas regras, sendo permitida a circulação e/ou estacionamento nas zonas de exclusão.

Em 2020 foi anunciado pela Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito do galardão atribuído à cidade como Capital Verde Europeia 2020, a criação de uma Zona de Emissões Reduzidas (ZER), em que os veículos 100% elétricos seriam excluídos das restrições. O plano de implementação destas restrições foi adiado para 2021.

Estas são somente 10 das muitas razões para mudar para um Veículo Elétrico.
De que está à espera?
Cada uma das nossas opções conta. Devemos efetuar as nossas escolhas, tendo sempre em vista o bem comum.
Não há Planeta B!

 

In GreenFuture

Allianz torna-se 1ª seguradora global com controlo integral de subsidiária na China

A Allianz China Insurance passa a ser detida a 100% pelo grupo alemão. A Allianz SE torna-se a primeira seguradora estrangeira com controlo integral de uma subsidiária na China.

 

A Allianz China Insurance Holding (AZCH) e a CITICTrustLtd assinaram o protocolo de transferência, para a primeira, dos 49% que o grupo alemão ainda não detém na empresa conjunta Allianz China Life Insurance Co (AZCL) e que estavam entregues ao parceiro chinês (Citic), anunciou a Allianz SE.

Com esta transação, ainda sujeita a aprovação dos reguladores locais, a Allianz será a primeira companhia estrangeira a garantir controlo integral de uma subsidiária de seguros na República Popular da China. Através da AZCH, a Allianz foi também a primeira entidade não chinesa autorizada a deter uma holding de seguros de capital 100% estrangeiro.

Citado no comunicado, Sergio Balbinot, membro do conselho de administração da Allianz SE e presidente da Allianz China Insurance afirmou“A China é um mercado estratégico importante para o Grupo”. Desde 2019, quando o governo de Pequim anunciou as medidas de abertura, a Allianz bateu-se pela “propriedade a 100% do nosso negócio Vida”, explicou. “A assinatura do acordo de transferência de propriedade é um passo importante na direção certa”, rematou Balbinot.

O acordo, cujo valor financeiro não foi divulgado, demonstra “sólida confiança e compromisso de longo prazo” que a Allianz assume no mercado chinês de seguros, a caminho de se afirmar como o maior do mundo, salienta o comunicado da companhia de Munique.

Na região, a Allianz serve cerca de 21 milhões de clientes em diversos ramos de seguros (P&C, Vida, Saúde) e gestão de ativos através de operações em 14 diferentes mercados da Ásia.

 

In EcoSapo

Catástrofes naturais custaram 65 mil milhões às seguradoras em 2020, estima Willis Re

Dominado pela pandemia, 2020 foi o quarto mais grave dos últimos 10 anos em danos segurados resultantes de eventos naturais adversos como furacões, ciclones, sismos e cheias.

 

As catástrofes naturais resultaram em prejuízos segurados calculados em 78 mil milhões de dólares (cerca de 65 mil milhões de euros), representando perdas 17% acima da média dos últimos 10 anos, estabelecida em 66,5 mil milhões de dólares, revela um relatório da Willis Re, divisão de resseguros da Willis Towers Watson (WTW), companhia global de corretagem e consultoria de risco.

Comparando com os 120 mil milhões de dólares de perdas em 2011, os 143 mil milhões em 2017 e cerca de 80,5 mil milhões de dólares em 2018, as perdas inventariadas por conta de desastres naturais fazem de 2020 o quarto ano mais oneroso para a indústria seguradora desde 2011, assinala o estudo.

Summary of Natural Catastrophe Events 2020 não reflete globalmente o nível de atividade de tempestades ocorridas porque, no ano passado, muitos ciclones tropicais e furacões contornaram áreas edificadas. De acordo com o relatório, o montante estimado de perdas seguradas cresceu face aos 53 mil milhões de 2019 apesar do impacto relativamente limitado das intempéries com origem no Atlântico Norte, nota a Willis Re.

Com a pandemia de Covid-19 a dominar o debate e atualidade sobre perdas catastróficas, “registou uma série de eventos naturais catastróficos de menor dimensão, mas com impacto.”, assinala Yingzhen Chuang, diretor regional de Catastrophe Analytics na Willis Re International citado no documento.

Com 30 furacões nomeados durante a época mais ativa do ano, poucos atingiram terra firme, com destaque para a força do furacão Laura que, sendo considerado o maior evento meteorológico da temporada no mapa norte-americano, provocou perdas seguradas entre oito e 9 mil milhões de dólares. O resto dos prejuízos atribuídos a essa categoria de eventos causou danos considerados de pequeno e médio montante, considera a companhia líder global em consultoria de risco.

Na Europa, em ano marcado também por atividade sísmica e estragos causados por chuvas intensas, granizo e vento fortes, a tempestade de vento Ciara (também denominada Sabine) com impacto destruidor em 10 países, produziu 2 mil milhões de dólares em danos segurados, agravados por uma série de outros eventos (tempestade Ines, Denis e Jorge) num curto período de duas semanas, circunstância que potenciou estragos causados por ventos fortes e, pela acumulação dos níveis de precipitação, que piorou as consequências das cheias.

Pela Ásia, o ciclone tropical Haishen elevou as perdas seguradas a um montante próximo dos mil milhões de dólares. A América Latina e as Caraíbas foram atingidas pelo furacão Iota, em novembro, com um prejuízo económico estimado em cerca de 1,3 mil milhões de dólares, mas perdas seguradas de montante bastante inferior, refere ainda o relatório.

Desastres naturais em 2020: Dois terços das perdas não estavam seguradas

Uma em cada 35 pessoas no mundo inteiro precisou de assistência, em 2020, face a perigos naturais, ameaças geopolíticas ou incidentes relacionados com a pandemia.

 

As perdas económicas de catástrofes naturais ascenderam são estimadas em 268 mil milhões de dólares em 2020, aponta a Aon plc advertindo que a fatura tende a crescer. De acordo com relatório anual em que corretora de seguros e consultora global de risco analisa o impacto e tendências de eventos meteorológicos extremos, alterações climáticas e catástrofes, a companhia avança que os danos segurados representaram cerca de 97 mil milhões de dólares em 2020.

Excluindo o custo que coube às seguradoras pagarem pelos danos efetivamente cobertos, o protection gap (conceito que traduz a diferença entre as perdas económicas totais e os danos efetivamente cobertos por seguros) ascendeu a 171 mil milhões (cerca de 140,5 mil milhões de euros), o que correspondeu a 64% do prejuízo material total.

Na avaliação ao que passou na Europa, a Aon refere que os danos de tempestades tropicais severas traduziram perdas seguradas de valor mais baixo nos últimos 14 anos, ainda que o evento Ciara fique registado como a tempestade (de vento) que mais prejuízo causou desde o Xyntia, em 2010. Ainda, de acordo com a mesma fonte, as seguradoras na Europa suportaram, em 2020, uma parcela relativamente pequena (32%) das perdas económicas, situação que traduz elevado protection gap no que respeita a eventos naturais adversos e fenómenos meteorológicos extremos.

Retomando a análise global, os 97 mil milhões de dólares estimados em danos segurados no mundo situam-se 40% acima da média estimada para o muito longo prazo, num ano em que as seguradoras ainda enfrentaram gastos decorrentes do impacto global da pandemia, observa a corretora global de seguros.

O evento com custo mais elevado para as seguradoras em 2020 foi o furacão Laura, em agosto, que devastou regiões dos EUA e das Caraíbas, causando perdas seguradoras estimadas em 10 mil milhões de dólares. No entanto, as cheias sazonais na China, entre junho e setembro, figuram como evento natural que mais perdas económicas originaram, por montante estimado de 35 mil milhões.

As cheias na Índia causaram 1.922 mortos, a região mais atingida em perdas humanas. Globalmente, em resultado dos desastres naturais mais de oito mil pessoas perderam a vida num ano de mortalidade anormal por causa da covid-19.

Abordando o impacto humanitário de eventos extremos no cenário de pandemia (Covid-19), o documento indica que 235 milhões de pessoas (uma em cada 35 pessoas no mundo) precisaram de assistência perante eventos perigosos, da natureza, de origem geopolítica ou incidentes relacionados com a pandemia.

O relatório identifica mais de 400 eventos catastróficos, com destaque para os ciclones tropicais, inventariados como o perigo que mais estragos causaram (78 mil milhões de dólares), seguidos das cheias ou inundações (76 mil milhões) e outras tempestades severas (mais de 60 mil milhões de dólares).

 

In EcoSapo