4 maneiras de lidar com Diabetes

Diabetes, 4 maneiras de lidar no quotidiano. Sensação de sede excessiva, vontade frequente de urinar, fadiga, visão embaçada, fome e perda de peso são os sintomas mais comuns da Diabetes, que muitas vezes passam despercebidos aos doentes. Isto significa que uma pessoa diabética pode viver durante vários meses – ou mesmo anos – com sintomas moderados sem ter noção da doença.

Para prevenir e controlar a Diabetes é fundamental reconhecer estes sintomas, realizar rastreios regulares e adotar hábitos de vida saudável como, por exemplo, uma alimentação cuidada, o controlo do peso e a prática de exercício físico.

Com a quadra natalícia mesmo à porta – tão propícia, muitas vezes, a alguns excessos –, conheça quatro recomendações do Mundo Z da Zurich para diminuir o risco de desenvolver a doença e ter um estilo de vida mais saudável.

  1. Adote uma alimentação saudável e variada. Uma alimentação saudável, variada e rica em fibras é um dos pilares da prevenção da Diabetes – e é o melhor instrumento para controlar o peso e evitar problemas de obesidade. Procure consumir diariamente frutas e legumes e evite os alimentos processados ou ricos em gordura.
  1. Diga não ao sedentarismo. A prática de exercício regular é também um fator determinante para a prevenção da Diabetes, uma vez que o exercício físico contribui para o bom funcionamento do pâncreas e para controlar os níveis de glicose. Procure, por exemplo, realizar caminhadas rápidas de 150 minutos por semana (50 minutos em três dias alternados). Contudo, antes de começar a fazer exercício físico deverá aconselhar-se com o seu médico para saber qual é a atividade mais aconselhável à sua condição física.
  1. Elimine o tabaco. As pessoas fumadoras apresentam um risco de 30% a 40% maior de desenvolver a Diabetes do Tipo 2, a forma mais comum e frequente da doença. Por essa razão, o tabaco deverá ser eliminado.
  1. Monitorize a saúde com regularidade. Como a Diabetes é uma doença que se instala sem dar sinais óbvios, é importante realizar os seus exames e análises de saúde de rotina e monitorizar periodicamente os níveis de glicémia.

Estes conselhos são válidos não só para prevenir o aparecimento da Diabetes, mas também para quem já tem a doença conseguir mantê-la sob controlo. Comece já hoje a adotar um estilo de vida saudável, contribuindo para prevenir o risco de desenvolvimento da Diabetes e também de outras doenças.

 

Fonte: https://thegentleman.pt/2021/11/28-de-novembro-breves-noticias-de-domingo/

 

A importância de um Seguro de Saúde

Já alguma vez pensou na importância que a saúde desempenha na vida de cada um de nós? A verdade é que sem saúde, não conseguimos desfrutar das coisas boas que a vida nos traz nem dedicar tempo de qualidade aos nossos familiares e amigos.

Para além da nossa saúde desempenhar um papel fundamental na nossa vida e na vida dos nossos familiares, a mesma é, muitas das vezes, desvalorizada pelas pessoas.

São inúmeras as vezes que nos esquecemos da saúde ser um fator inconstante e que a cada dia corremos uma série de riscos que podem pôr a mesma em causa.

A subscrição de um seguro de saúde faz, realmente, a grande diferença na vida de cada um de nós. Um seguro de saúde traz inúmeros benefícios não só à nossa vida, mas também à vida dos nossos familiares.

Quando nos referimos aos seguros de saúde, temos em consideração a diversidade de planos que são adaptáveis às necessidades de cada pessoa. Pois, nem toda a gente apresenta as mesmas necessidades de cuidados médicos e nem todos nós possuímos urgência nas visitas rotineiras ao médico, felizmente.

Contudo, é essencial entender que a adesão a um seguro de saúde dá-lhe a garantia para usufruir de uma diversificada lista de vantagens que facilitam a nossa vida e a resolução de eventuais contratempos que possam surgir.

Algumas visitas ao médico são essenciais, especialmente quando se trata de algum assunto que o preocupa ou que seja delicado ao ponto de não poder ser adiado.

Hoje em dia, os seguros de saúde e os serviços clínicos privados são vistos como um complemento aos serviços de saúde públicos que, muitas das vezes, encontram-se sobrelotados e não conseguem garantir um atendimento adequado aos seus pacientes. A grande vantagem de possuir um seguro de saúde é ter a liberdade de escolher os médicos e os hospitais onde quer ser atendido. Além disso, a saúde privada e os respetivos seguros de saúde, abrangem todas as áreas da medicina tradicional. O que lhe garante um atendimento rápido e eficaz. Evitando assim, longas filas de espera e desmarcação de consultas.

Um seguro de saúde veio garantir melhorias no panorama geral da saúde pública e é uma grande oportunidade de usufruir de um atendimento médico qualificado, rápido e eficaz.

Para saber mais acerca dos nossos seguros de saúde, entre em contacto com os nossos profissionais.

 

Tempestades podem custar uma fortuna e as alterações climáticas estão a piorá-las!

Tempestades de “rios atmosféricos” podem custar até mil milhões de dólares em prejuízos. As alterações climáticas estão a piorá-las cada vez mais.

Peça às pessoas para dizerem qual é o maior rio do mundo, e a maioria provavelmente vai dizer que é o Amazonas, o Nilo ou o Mississippi. Na realidade, alguns dos maiores rios da Terra estão no céu — e podem produzir tempestades poderosas, como as que agora inundam o norte da Califórnia.

Os rios atmosféricos são faixas longas e estreitas de humidade na atmosfera que se estendem desde os trópicos até latitudes mais altas. Esses rios no céu podem transportar 15 vezes o volume do rio Mississippi.

Quando essa humidade atinge a costa e move-se para o interior, sobe pelas montanhas, gerando chuva e neve. Muitos ocidentais, fustigados pelos incêndios, acolhem esses dilúvios, mas os rios atmosféricos podem desencadear outros desastres, como inundações extremas e fluxos de detritos.

Nos últimos 20 anos, à medida que as redes de observação melhoraram, os cientistas aprenderam mais sobre esses importantes fenómenos climáticos.

Os rios atmosféricos ocorrem globalmente, afetando as costas oeste das principais massas de terra do mundo, incluindo Portugal, Europa Ocidental, Chile e África do Sul. As chamadas tempestades “Pineapple Express”, que transportam humidade do Havai para a Costa Oeste dos Estados Unidos, são apenas um dos seus muitos sabores.

Recentemente, uma equipa de investigadores do Scripps Institution of Oceanography e do Army Corps of Engineers fez a primeira análise sistemática de danos de rios atmosféricos devido a inundações extremas.

Os investigadores descobriram que, embora muitos desses eventos sejam benignos, os maiores causam a maior parte dos danos causados pelas cheias no oeste dos EUA. E prevê-se que os rios atmosféricos ficarão mais longos, mais húmidos e mais largos num clima mais quente.

Rios no céu

A 27 de fevereiro de 2019, um rio atmosférico impulsionou uma nuvem de vapor de água de 560 quilómetros de largura e 2.500 quilómetros de comprimento através do céu desde o Oceano Pacífico Norte tropical até à costa do norte da Califórnia.

Ao norte da Baía de São Francisco, na famosa região vinícola de Sonoma County, a tempestade despejou mais de 55 centímetros de chuva. Os danos foram estimados em mais de 100 milhões de dólares.

Eventos como este chamaram a atenção nos últimos anos, mas os rios atmosféricos não são novos. Eles vaguearam pelo céu durante milhões de anos, transportando vapor de água do equador em direção aos polos.

Na década de 1960, os meteorologistas cunharam a frase “Pineapple Express” para descrever rastos de tempestades que se originaram perto do Havai e transportaram vapor de água quente para a costa da América do Norte.

No final da década de 1990, os cientistas descobriram que mais de 90% da humidade do mundo dos trópicos e subtrópicos era transportada para latitudes mais altas por sistemas semelhantes, que chamaram de “rios atmosféricos”.

Úteis e prejudiciais

Os investigadores já sabiam há algum tempo que cheias causadas por rios atmosféricos podem custar muito dinheiro, mas até a este recente estudo, ninguém tinha quantificado esses danos.

Os autores usaram um catálogo de eventos fluviais atmosféricos compilado pelo Scripps Institution of Oceanography e compararam-no a 40 anos de registos de seguro contra inundações e 20 anos de estimativas de danos do Serviço Meteorológico Nacional.

Os investigadores descobriram que os rios atmosféricos causaram uma média anual de 1,1 mil milhões de dólares em danos por inundações no oeste dos EUA. Mais de 80% de todos os danos causados por inundações no oeste foram associados a rios atmosféricos. Em algumas áreas, como no litoral do norte da Califórnia, esses sistemas causaram mais de 99% dos danos.

Os dados mostraram que em média, num ano, cerca de 40 rios atmosféricos atingiram a costa do Pacífico nalgum lugar entre a Califórnia e a Colúmbia Britânica. A maioria desses eventos foi benigna: cerca de metade não causou perdas, e essas tempestades reabasteceram o abastecimento de água da região.

Mas houve várias exceções. Os autores usaram uma escala de classificação atmosférica de rios recentemente desenvolvida que classifica as tempestades de 1 a 5, semelhante a sistemas para categorizar furacões e tornados. Havia uma ligação clara entre essas categorias e os danos observados.

Tempestades atmosféricas de categoria 1 (AR1) e AR2 causaram danos estimados de 1 milhão de dólares. As tempestades AR4 e AR5 causaram danos medianos na casa das dezenas e centenas de milhões de dólares, respetivamente. Os AR4s e AR5s mais prejudiciais geraram impactos de mais de 1 mil milhão de dólares por tempestade. Estas tempestades ocorreram a cada três ou quatro anos.

 

Saiba mais: https://zap.aeiou.pt/tempestades-rios-atmosfericos-fortuna-440251

Uma boa noticia? Tenho MUITAS dúvidas!

Na mesma publicação, afirmava-se, nesse dia, que se tinha dado “um importante passo na proteção dos direitos dos consumidores no que respeita aos bens imóveis, aumentando-se para 10 anos o prazo de garantia em relação a defeitos que afetem elementos construtivos estruturais destes bens”.

Sendo certo que um dos alicerces estratégicos da VICTORIA se materializa na transmissão de valor ao mercado da construção e o imobiliário – por via da especialização na aceitação dos riscos – transferidos pelo dono de obra, o empreiteiro e demais atores do processo construtivo, comecei a pensar no que poderá significar o tal “importante passo”.

Será que o legislador está a equacionar a lógica da proteção do consumidor à francesa, i.e., a pretender uma maior segurança corporal e financeira do utilizador de bens imóveis, pela via das responsabilidades, no âmbito do nosso Código Civil?

Ou, pelo contrário, estará a analisar o pretendido à inglesa, i.e., em correspondência com uma garantia indemnizatória baseada, puramente, na existência dum defeito, sem necessidade de determinar o quê – nem quem – o causou?

Assumindo que o legislador seguirá o raciocínio do celebérrimo artigo 1225 do nosso Código Civil, estará a ponderar a inclusão de todos os tipos de imóveis privados, p.e., hotéis, fábricas, superfícies de distribuição, salas de eventos, naves industriais, centros comerciais… ou, apenas, aqueles imóveis destinados à habitação?

E em termos de responsabilidades, estará somente a pensar nos empreiteiros e subempreiteiros que executam os trabalhos ou, quiçá, a equacionar alargar o “campo de ação” a promotores, gabinetes de geotecnia, projetistas, fornecedores, fiscais de obra, gestores de projeto, vendedores de imóveis em planta… encadeando as respetivas incumbências, no intuito de não deixar o consumidor “órfão”?

Nesse sentido, existirá um sistema de qualificação das empresas do setor (para todas elas e não somente para os empreiteiros)? E no que diz respeito aos prazos das ditas responsabilidades, os dez anos contam-se a partir de que momento?

E esse momento será o mesmo, independentemente do interveniente?

Avaliar-se-á, talvez, um sistema de “dupla etapa”, isto é, a indemnização ou reparação dos danos sofridos pelo consumidor numa primeira fase – independentemente do apuramento das responsabilidades – seguida, num momento posterior, das ações que permitam a determinação dos distintos deveres incumpridos pelos respetivos intervenientes do processo construtivo?

Será que, porventura, o legislador deseja uma transposição dos prazos e garantias exigidos em sede de contratação pública – “em relação a defeitos que afetem elementos construtivos estruturais” – para a domínio privado, incluindo nessa pretensão a exigência de prova do cumprimento das obrigações?

E de que forma está o órgão legislativo a ponderar a materialização da dita proteção dos direitos dos consumidores no que respeita aos bens imóveis? Como até agora, simplesmente alargando de cinco para dez anos o prazo? Ou alterando o modelo de proteção?

Finalmente, os tais defeitos que afetem elementos construtivos estruturais deverão ser compreendidos na ótica da resistência mecânica comprometida ou estimados desde o ângulo da impossibilidade de utilização prevista no projeto? E serão considerados com independência da sua causa e origem, incluindo o vício oculto?

Enfim… a extensão desta coluna de opinião não permite identificar, plenamente, a miríada de questões que assumem relevância com o anúncio do Conselho de Ministros do passado dia 2 de setembro. No entanto, possibilita o tratamento de temas fundamentais, merecedores dum esclarecimento cabal, de forma a que se possa perceber o quê quer dizer, exatamente, proteger “os direitos dos consumidores no que respeita aos bens imóveis, aumentando-se para 10 anos o prazo de garantia em relação a defeitos que afetem elementos construtivos estruturais destes bens”.

Por Carlos Suaréz (Diretor-Adjunto, Victoria Seguros) in Público

CELEBRAÇÃO DO DIA DO PORTO DE LEIXÕES

No fim de semana de 09 e 10 de outubro, celebra-se o DIA DO PORTO DE LEIXÕES, que este ano, ficará assinalado pela Cerimónia de Inauguração do TITAN. O Renascer.

Esta abertura será de acesso ao público, através de visitas guiadas ao Titan e ao Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, onde serão desenvolvidas diversas atividades ao longo do fim de semana, que contarão a história da reconstrução do histórico guindaste do molhe sul.

Estejam atentos às novidades que daremos sobre o Programa!

http://www.apdl.pt/informacoes-gerais?fbclid=IwAR3wmhV3Z_0I437a2A5QsNoF9XmnfeyErteIt6T_DuFu4hGLvXz9LhHctYQ

 

Aprenda a pedalar em segurança: 7 dicas para evitar lesões

Andar de bicicleta é uma excelente forma de praticar exercício físico. Porém, como em qualquer atividade, as boas práticas ajudam a evitar possíveis dissabores. Seguem-se 7 recomendações para prevenir lesões e garantir o bem-estar sempre que utilizarmos a bicicleta.

 

Fonte: Zurich Portugal

 

A preferência pelas duas rodas é, cada vez mais, um estilo de vida e uma alternativa sustentável. Os benefícios desta prática para a saúde são claros, desde logo pelo alívio do stress, aumento do bem-estar psicológico, queima de calorias e diminuição do risco de problemas cardiovasculares, melhorando os índices da função cardiorrespiratória. Não esquecendo, é claro, outras vantagens, como a criação de laços com outros praticantes.

E porque o ciclismo, como qualquer atividade física, não está isenta de riscos, os especialistas prepararam um conjunto de sete dicas para que possa praticar este desporto com a máxima segurança.

 

Pedalar em segurança

 

1. Faça o aquecimento e tenha cuidado com a postura

“Aqueça” o corpo antes de iniciar o seu percurso. É conveniente fazer alongamentos e trabalhar os músculos das pernas, a zona lombar e também o pescoço.

Para evitar o surgimento de dores lombares, adote uma postura correta, que não deverá ser demasiado curvada.

 

2. Proteja-se a si e cuide da sua bicicleta

Quem anda de bicicleta sabe que as quedas podem ser mais frequentes do que o desejável e, por isso, o uso de capacete de proteção é fundamental para evitar lesões na cabeça.

Não se esqueça também do colete ou roupa refletora, das luvas e, eventualmente, de proteções para os joelhos e cotovelos, sem esquecer que o uso de óculos adequados também é importante para proteção face a raios solares, poeiras e insetos.

Equipe a sua bicicleta com campainha, espelhos refletores e luzes. Ajuste também regularmente parafusos, guiador e outros componentes.

 

3. Tome atenção à alimentação e à hidratação

Antes de começar a pedalar, evite ingerir alimentos muito pesados, que dificultem a digestão (como fritos, por exemplo), optando, em alternativa, por alimentos mais leves, como a fruta.

Ao mesmo tempo, é importante manter a hidratação do corpo, bebendo água com frequência.

 

4. Escolha a bicicleta certa para si

Muitas vezes, a escolha da bicicleta tem em conta o fator estético e não a sua finalidade. Deverá escolher uma bicicleta que se adeque ao uso que lhe quer dar. Por exemplo: quer ter uma bicicleta para uns breves passeios urbanos ao fim de semana ou para percorrer percursos montanhosos? Recorra a uma loja especializada para que lhe prestem apoio na seleção do modelo mais adequado para si.

 

5. Verifique a altura do selim

Saltar este passo é um dos erros mais comuns e que provocam mais danos nos joelhos. O selim não deve estar nem muito alto, nem muito baixo. Se estiver muito baixo, os joelhos estarão muito fletidos, o que pode contribuir para o aparecimento de dores nesta articulação.

 

6. Guarde a sua bicicleta de forma adequada

Sempre que não a utilizar, deve colocar a sua bicicleta, idealmente, num ambiente fechado, protegida dos elementos naturais (sol, chuva e vento), da humidade e de agentes corrosivos ou oxidantes, de modo a garantir a sua correta conservação.

Não se esqueça que a limpeza regular e a lubrificação das partes móveis da bicicleta são também essenciais.

 

7. Não se esqueça das idas ao médico e à oficina

Visitas regulares ao seu médico de família irão ajudá-lo a controlar melhor a sua saúde e a prevenir situações que o possam colocar em risco no exercício de práticas físicas (como, por exemplo, numa incorreta alimentação ou durante o período de recuperação de uma lesão).

Esta dica aplica-se também à sua bicicleta, que precisa de check-ups. Caso note alguma irregularidade na bicicleta (barulhos, trepidações estranhas ou outras), leve-a a uma oficina especializada.

 

 

Não se esqueça destes cuidados ao pedalar para se certificar que o seu passeio de bicicleta é feito com toda a segurança e garantindo o seu bem-estar físico e mental. Comece já hoje a pedalar com máxima proteção.

 

In Saúde e Bem-estar

Sabia que os bancos não podem impor as suas seguradoras nos contratos de crédito hipotecário?