Anda de bicicleta? 10 dicas de segurança que tem de saber

A bicicleta ganha, diariamente, novos utilizadores, quer pelo surgimento de novas ciclovias nas cidades, quer pelo aumento da procura de velocípedes durante o período da pandemia, resultante da recomendação de meios de transporte que promovam o distanciamento social.

Pedalar melhora a frequência cardíaca e fortalece o coração. O vento a bater na face fá-lo-á sentir-se mais livre e bem-disposto. Selecione trilhos diferentes para que, a partir do seu selim, disfrute da beleza natural ou urbana que estiver ao seu redor.

Como qualquer outro meio de transporte, andar de bicicleta implica também adotar um conjunto de cuidados e cumprir determinadas regras. A seguradora Zurich preparou 10 dicas sobre como andar de bicicleta em segurança. Curioso(a) em saber quais são? Veja na lista abaixo:

1- Use equipamento de proteção. Apesar da utilização do capacete não ser obrigatória – apenas os condutores de velocípedes e trotinetas com motor são obrigados a tal -, este elemento deve ser tido em consideração, pois permite diminuir o risco de traumatismo craniano em caso de queda. Esta dica é ainda mais importante para pessoas com pouco experiência em andar de bicicleta, bem como para crianças, que para além do capacete poderão usar joalheiras e cotoveleiras para uma maior proteção.

2 – Mantenha-se visível. Sobretudo quando circula à noite ou em dias de muito nevoeiro, dois momentos em que a utilização de dispositivos de iluminação (luz branca à frente e vermelha atrás) é obrigatória. Adicionalmente, pode vestir roupa retrorrefletora para se destacar na estrada.

3- Não circule nos passeios. Uma vez que os passeios são exclusivos para os peões, conduza pelas vias destinadas às bicicletas sempre que possível, ou na estrada. A lei permite apenas às crianças, até aos 10 anos, circular de bicicleta nos passeios, desde que não ponham em perigo ou perturbem os outros peões.

4 – Esteja atento. Quer aos veículos e peões que o rodeiam, quer aos obstáculos na estrada, como buracos ou tampas de saneamento. O segredo para uma condução segura está na utilização da visão e da audição a todo o momento, bem como na antecipação dos movimentos, manutenção da distância de segurança e em não efetuar manobras arriscadas (como ultrapassar pela direita).

5 – Não use auscultadores. Para além de ser proibida, esta prática proporciona a alteração da perceção do que o rodeia e, por isso, pode dar origem a acidentes. Poderá, em alternativa, utilizar aparelhos dotados de um único auricular ou de microfone com sistema de alta voz, cuja utilização não implique manuseamento continuado.

6 – Sinalize os seus movimentos. Quando quiser parar ou mudar de direção sinalize essa intenção através do movimento com o braço para que, tanto condutores como peões saibam para onde se dirige. Antes de fazer a manobra, olhe sempre para trás, de forma a confirmar que não incorre nenhum perigo.

7- Respeite o código da estrada. Os ciclistas não podem andar em contramão, ignorar os semáforos ou não parar perante sinais STOP, pois se o fizerem estarão a incorrer numa infração. Lembre-se também que todos os condutores de velocípedes devem ter consigo o seu documento legal de identificação pessoal.

8- Faça uma manutenção periódica à sua bicicleta. Para garantir maior segurança e durabilidade do veículo é importante manter as partes móveis da bicicleta sempre lubrificadas e limpas. Os aros das rodas precisam de se manter secos para que não enferrujem. Outros componentes como o selim ou os pedais devem estar apertados e regulados para maior conforto.

9 – Proteja-se com um seguro. Apesar de não ser obrigatório, um seguro específico para ciclistas é essencial para se proteger contra eventuais acidentes, podendo assim encarar as suas deslocações com maior confiança e paz de espírito.

10 – E proteja os outros. Pense nas pessoas com quem se vai cruzar enquanto for a pedalar e tenha a preocupação de as proteger, contratando uma cobertura adicional que lhe permite assegurar danos materiais e corporais provocados a terceiros.

 

In GreenFuture

Matosinhos adere ao programa “Eu e a minha reforma”

Matosinhos adere ao programa “Eu e a minha reforma”, destinado a quem tem mais de 55 anos.

Eu e a minha reforma

Para combater o défice de literacia financeira da população com mais de 55 anos, a Fundação Dr. António Cupertino de Miranda juntou-se a um conjunto de municípios, entre os quais o de Matosinhos, para implementar um programa de capacitação financeira e digital.

Apoiado pela Portugal Inovação Social, através do Fundo Social Europeu, o programa “Eu e a minha reforma” visa a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de competências que permitam uma tomada de decisões financeiras corretas e informadas, a melhoria da capacidade de avaliação de riscos, de prevenção de situações de fraude e burla, bem como de outras situações que podem comprometer a sustentabilidade financeira e prejudicar seriamente o bem-estar e a qualidade de vida de cada um, com custos familiares e sociais.

Planeamento e gestão do orçamento, impostos, seguros, poupança e suas aplicações, crédito e endividamento, produtos financeiros, direitos e deveres dos consumidores ou hábitos de precaução contra a fraude são alguns dos temas que serão abordados.

Os participantes terão também oportunidade de desenvolver competências digitais, que lhes permitam beneficiar das “facilidades” de utilização dos serviços digitais, nomeadamente dos serviços financeiros, ao dispor de todos os cidadãos.

Os “Laboratórios de Literacia Financeira” irão realizar-se até dezembro de 2022, sob a forma presencial ou online, e contarão com a participação de entidades externas, tais como a Associação Portuguesa de Seguradores, o Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e a PricewaterhouseCoopers.
As inscrições são gratuitas e decorrem até ao próximo dia 23 de outubro através do e-mail geracoes@cm-matosinhos.pt. Podem participar adultos com idade igual a 55 anos.

Para mais informações, ligue para o número de telefone 226 101 189 ou envie um email para eueaminhareforma@facm.pt

 

In Leça-Palmeira

Tem seguro automóvel? Deve saber em que consiste a franquia

Em Portugal é obrigatório, por lei, ter seguro automóvel para todos os veículos terrestres com motor (e respetivos reboques) para os quais seja obrigatório ter um título de condução, pelo que deve ter em consideração vários aspetos aquando da escolha do seguro, para que opte pelo mais vantajoso.

Não é só importante olhar ao prémio a pagar, mas também analisar as coberturas incluídas e as condições que são estipuladas no contrato, nomeadamente o valor da franquia, que terá impacto direto no preço do seu seguro.

Mas em que consiste a franquia do seu seguro automóvel? Conforme mencionado no website da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), “a  franquia corresponde ao valor que fica a cargo do tomador do seguro, em caso de  sinistro”, responsabilizando-o por uma parte do prejuízo.

Imaginemos que tem um acidente. Dependendo do que ficou definido nas condições particulares da sua apólice de seguro, pode ficar responsável pelo pagamento de um montante fixo ou de uma percentagem do valor do capital seguro ou do dano.

 

Como é definido o valor da franquia?

O valor da franquia é definido nas condições específicas do contrato do seu seguro automóvel e pode ter um valor fixo, independentemente dos danos do acidente, ou ser estipulado com base numa percentagem do valor do carro ou dos danos.

O caso do Miguel

O Miguel tem um carro cujo valor comercial é de 15 mil euros e, há duas semanas, teve um acidente do qual resultaram danos no valor de mil euros, sendo necessário ativar o seu seguro auto.

Foi verificar a sua apólice de seguro para saber qual o valor dos danos que ia ficar a seu encargo e verificou que a franquia acordada com a seguradora tinha por base uma percentagem do valor do carro, correspondente a 5%.

Desta forma, o Miguel ficou encarregue de pagar 750 euros pelos danos resultantes do acidente, independentemente do prejuízo gerado. Por sua vez, a seguradora encarregou-se de pagar apenas os 250 euros, perfazendo os mil euros totais.

O caso da Marta

A Marta teve um acidente do qual resultou um prejuízo de 800 euros. Como o seu contrato estipula um valor fixo de franquia de 500 euros, independentemente do valor do seu carro, ela sabia que teria de encarregar-se desse valor.

Assim sendo, a seguradora ficou apenas responsável por pagar os 300 euros restantes.

 

Como funciona a franquia do seguro auto?

Algumas seguradoras têm franquias obrigatórias, ao passo que outras permitem que o valor e a modalidade (valor fixo ou percentagem) sejam negociados com o tomador.

A franquia do seguro auto funciona de duas formas diferentes, dependendo do tipo de seguro e das coberturas que o mesmo engloba e que são ativadas.

Caso tenha um seguro de danos próprios, o valor da franquia é deduzido ao valor da indemnização pago pela seguradora ao tomador do seguro, ou seja, não tem de se preocupar em pagar nada à sua companhia de seguros depois.

Se usufruir de um seguro de responsabilidade civil, a seguradora paga a indemnização na totalidade aos terceiros lesados no acidente, tendo o tomador do seguro de pagar à companhia de seguros o valor da franquia, posteriormente.

Tenha atenção:

Se o prejuízo resultante do sinistro for inferior ou igual ao valor da franquia, o pagamento é inteiramente da responsabilidade do tomador do seguro. A seguradora apenas cobre os danos que são superiores à franquia, até ao montante do capital seguro.

 

Qual o impacto da franquia no valor do prémio?

A existência de franquias nos contratos de seguro automóvel não só tem vantagens para as seguradoras, como também favorece os segurados, pois quanto mais elevado for o valor da franquia, mais baixo será o prémio do seguro.

No entanto, uma vez que é o tomador que fica responsável por parte dos prejuízos, as seguradoras conseguem reduzir os custos, pois acabam por não ter de assegurar o pagamento de danos mais reduzidos, sendo que, muitas vezes, alguns sinistros nem chegam a ser participados às companhias.

 

O que ter em conta na definição de uma franquia?

Ter um seguro com um prémio anual reduzido é bastante aliciante, no entanto é necessário que tenha em consideração que, se a sua seguradora apresentar um preço mais baixo, provavelmente o valor da franquia vai ser mais elevado em algumas coberturas, significando que os custos de reparação dos danos a seu cargo ou o valor de indemnização a suportar em caso de acidente serão mais elevados.

Contudo, não é esperado que tenha acidentes com regularidade. Ter uma franquia mais elevada e um preço de seguro mais baixo pode ser uma forma de incentivar os condutores a terem um cuidado redobrado na estrada e a praticarem uma condução defensiva, de forma a evitarem acidentes.

 

In Jornal Economico

Governo elimina cor verde do dístico do seguro automóvel e afixação do dístico da inspeção

A eliminação da cor verde do dístico do seguro automóvel, que a lei obriga a afixar no vidro do carro, foi publicada em “Diário da República”, numa portaria que também elimina a afixação dos dísticos comprovativos de inspeções periódicas obrigatória.

Quase há 25 anos, desde 1995, que a vinheta relativa ao seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel, emitida pelas seguradoras e entregue ao tomador do seguro juntamente com o certificado internacional de seguro (carta verde), devia ser de cor verde e segundo um certo modelo.

O modelo mantém-se, mas o dístico, que tem a forma de vinheta, deixa de ter requisito de cor, na sequência de o Serviço Nacional de Seguros Português (o gabinete português de Carta Verde) ter autorizado, a partir de 1 de julho passado, as empresas de seguros a emitir o certificado internacional de seguro de responsabilidade civil automóvel em papel branco, o que motivou a publicação hoje da portaria que elimina o requisito da cor.

No mesmo diploma, o executivo explica que, pela primeira vez, não vai regulamentar as características relativas aos dísticos comprovativos da certificação da realização das inspeções periódicas obrigatórias, dado que a regra legal que estabelecia a sua obrigatoriedade foi revogada, em 2012, com as alterações ao regime de inspeções técnicas de veículos, passando a ser a ficha de inspeção do veículo que serve de comprovativo.

O Governo, na portaria, explica que a razão da alteração da cor do papel no qual é impresso o Certificado Internacional de Seguro Automóvel é a simplificação de processos, podendo agora o documento ser enviado por correio eletrónico (e-mail) a preto e branco, e ser impresso pelo tomador do seguro, permitindo ainda contornar situações de extravio da carta verde nos correios ou de atraso na sua entrega.

Furto de automóveis cresce mais no Porto do que em Lisboa. PSP cria unidade especial

O valor comercial dos carros desviados por redes criminosas subiu de oito milhões para 8,7 milhões de euros. A média nacional de furtos avançou quase 10%, sendo de nove veículos/dia, segundo a PSP.

O número de carros furtados em Portugal está a aumentar e a área do Grande Porto está no topo da lista negra de veículos roubados, que são cada vez mais valiosos. Os números de furto e de recuperação de carros furtados em Portugal têm vindo a aumentar desde há dois anos, atingindo cerca de 270 veículos roubados por mêsreferiu o ECO na ronda diária pela imprensa escrita.

De acordo com dados estatísticos da PSP citados pelo Jornal de Notícias, o número médio de furtos de automóveis passou de oito, um ano antes, para nove veículos por dia no primeiro trimestre deste ano em Portugal. “Verificamos um aumento do número de crimes de furto de veículo motorizado e roubo de viatura na ordem dos 9,4%, comparativamente com os dados do primeiro trimestre de 2019. O valor total atribuído aos furtos e roubos de viaturas denunciados no primeiro trimestre de 2020 aumentou cerca de 9,8 %, relativamente ao verificado em 2019″, explicou fonte da PSP citada pelo JN.

A mesma tendência foi registada de 2018 para 2019, passando de 6281 desvios de veículos para 6346. No mesmo período, o número de carros recuperados pela PSP subiu de 3338 veículos para 3542.

As áreas do Porto e de Lisboa são aquelas onde se regista maior número de furtos. Em 2018, foram roubados 1560 veículos no Grande Porto e 1275 na capital. No ano seguinte, registaram-se 1572 furtos no Norte e 1240 na área do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa – ou seja, mais 332 carros.

Nos primeiros três meses de 2020, só na região Grande Porto, foram furtados 541 carros, mais 21 do que no mesmo período do ano passado. Na região de Lisboa, o número caiu de 484, um ano antes, para 468 em janeiro, fevereiro e março de 2020.

Na maior parte dos casos, os veículos são levados por redes criminosas e depois desmantelados, para abastecerem o mercado de venda de peças usadas, ou são simplesmente falsificados, “passando a circular como se fossem veículos genuínos”, refere o JN.

Para travar este tipo de criminalidade, a PSP criou uma equipa especial (em outubro de 2019), denominada UNICA (Unidade Nacional de Investigação da Criminalidade Automóvel), que aposta na análise criminal e nas mais recentes técnicas forenses.

Além de concentrar informação dos roubos, esta equipa de polícia tem equipamento que permite perceber, de forma rápida, se um carro foi viciado. Outra aparelhagem faz a análise do local onde tudo aconteceu o que facilita as investigações e a identificação dos autores do crime.

 

In Eco.Sapo

Veículos conectados: Allianz defende controlo com um centro europeu contra cibercrime

Um evento anual da Allianz reuniu especialistas da indústria automóvel, das tecnologias, dos seguros e da academia em torno dos riscos cibernéticos que ameaçam o segmento dos veículos conectados.

Para manter um nível de resposta eficaz aos desafios de segurança e proteção no futuro do ecossistema da mobilidade, em particular nos veículos conectados, o grupo Allianz sugere a criação de uma plataforma pan-europeia envolvendo o setor automóvel, seguros e demais parceiros, subscrevem participantes do Allianz Motor Day 2020, dedicado ao tema “Cyber Risks in the Connected Car Eco System.“

De acordo Klaus-Peter Röhler, CEO da companhia na Alemanha e membro do conselho de administração da Allianz SE: à imagem do que acontece com as redes informáticas “tradicionais”, que se tornaram alvo de ataques cibernéticos, a exposição dos automóveis ao cibercrime afigura-se uma ameaça crescente. Só na Europa, segundo números da Capgemini, prevê-se um aumento de 37 milhões de veículos ligados em 2018 para 110 milhões em 2023. Dado que o número de veículos conectados irá aumentar significativamente nos próximos anos, os veículos estarão também cada vez mais expostos a riscos cibernéticos. Neste cenário emergem desafios a que é preciso responder com rapidez, observou.

Para enfrentar esses desafios e dar-lhes resposta eficaz, “apelamos a uma solução europeia neste 8th Allianz Motor Day: um Centro de Informação de Segurança Automóvel multi-indústria,” que promova soluções específicas para as empresas e que sirvam o desenvolvimento do ecossistema da mobilidade, apelou Rohler.

No evento virtual do grupo segurador alemão intervieram especialistas da indústria automóvel, do setor tecnológico, dos seguros e da comunidade académica (computação e segurança de sistemas), discutindo questões em torno dos riscos cibernéticos dos veículos modernos, as medidas de prevenção adequadas e as dúvidas sobre as coberturas de seguro.

Segundo Frank Sommerfeld, responsável pela área de seguros da Allianz AG (Alemanha), até agora, os ciberataques não foram causa de acidentes de viação. “A Allianz não teve de pagar indemnizações por qualquer acidente que tenha sido evidentemente causado por um ataque de hackers,” referiu. Se um ataque de hackers causar um acidente que lesione pessoas e danifique o seu próprio veículo ou o de outra pessoa, geralmente todas as filiais europeias do Grupo Allianz fornecem cobertura de seguro, e o seguro do veículo trata do prejuízo financeiro – não há exclusão geral para hackers”.

No entanto, ressalvou Sommerfeld, tratando-se de um ataque aos servidores ou à plataforma digital (do fabricante) que comunica com o veículo, “e o ataque perturbar funções em alguns veículos ou mesmo em todos de um determinado tipo, a responsabilidade recai sobre o fabricante”.

Ao longo de cerca de 90 minutos de discussão, os intervenientes no webinar abordaram esta e outras situações (relacionadas, por exemplo, com problemas de atualização de software, respetiva sincronização com dispositivos móveis e outras funcionalidades; caixa negra do veículo; chaves de ignição digital e/ou roubo de códigos) relativamente às quais poderão subsistir lacunas e dúvidas. Por isso, será também necessário clarificar e sistematizar o que é responsabilidade do fabricante e quais as situações suscetíveis de cobertura pelos seguros.

 

In Eco.Sapo

Seguradoras obrigadas a divulgar “moratória” já alargada até Março de 2021

Medida entra em vigor esta quarta-feira e permite, como até agora, prolongar temporariamente a vigência de seguros obrigatórios no caso de não pagamento dos respetivos prémios.

A medida especial para os contratos de seguros, que apesar de não envolver créditos ficou conhecida por “moratória dos seguros”, foi prolongada até 31 de Março de 2021. O decreto-lei que que estende o prazo foi publicado esta terça-feira em Diário da República e entra em vigor já amanhã, 30 de Setembro, data em que termina o regime actual, criado para apoiar particulares e empresas com dificuldades em suportar os encargos com custos/prémios de seguros na sequência da pandemia de covid-19.

Em relação ao regime criado pelo Decreto-Lei n.º 20-F/2020, de 12 de Maio, o novo diploma tem uma novidade, na medida em que estabelece “um dever de divulgação das medidas” por parte dos seguradores. “Os seguradores divulgam as medidas estabelecidas no presente decreto-lei na página principal do seu sítio na Internet e através dos contactos habituais com os seus clientes”, foi aditado ao diploma.