D&O: 71% dos executivos europeus apontam ciberataques como risco nº1

Globalmente, considerando riscos de responsabilidade que expõem os próprios D&O, os ciberataques também são preocupação nº1 no mundo. Considerando as suas empresas, o ambiente macro é risco principal.

 

Mais de dois terços dos responsáveis das empresas sediadas na Europa consideram o risco de ciberataques como a principal ameaça que as suas organizações enfrentam, revela o Directors’ Liability Survey 2022. Um relatório produzido pela WTW, companhia global de corretagem de seguro e consultoria de risco, em parceria com a Clyde & Co LLP, companhia internacional de prática legal especialista em litígios (e não contencioso) de seguros, transportes, energia e outros.

Numa perspetiva global, 67% dos respondentes colocam o risco de ciberataques em segundo lugar, precedido apenas pela situação económica, que consideram ser ameaça nº1 para as suas empresas. No entanto, considerando os riscos para os D&O, a ameaça cyber toma o primeiro lugar da lista.

Na Europa, considerando consequências financeiras e de reputação, os ciberataques constituem o risco nº1 para os líderes das empresas (71% das respostas), seguido da perda de dados (risco nº 2, com 65% das respostas) e, em terceiro lugar, extorsão cibernética (ransomware; pagamento de resgates), representando 63% das respostas.

Entre outras comparações regionais, a abrangência internacional do estudo permite perceber diferenças nos limites de capital das apólices de responsabilidade civil D&O (Administradores e Diretores). Enquanto 28% dos inquiridos na Europa e 31% dos respondentes na América do Norte contratam apólices com cobertura de capital superior a 100 milhões de euros ou dólares, na América Latina apenas 19% afirmam ter contratado apólices D&O, percentagem que desce para um intervalo 0-8% para as restantes regiões do mundo.

risco cibernético constitui ameaça “em constante evolução”, com uma variedade de consequências significativas caso ocorra um ataque com perda de dados, tornando os ciber-riscos uma preocupação primordial. “(…) existe um corpo de jurisprudência em evolução a nível europeu em termos da responsabilidade de empresa a este respeito e um risco crescente de que um envolvimento insuficiente com questões cibernéticas represente um risco de responsabilidade para diretores e funcionários em muitas frentes, incluindo ações [judiciais] coletivas,” nota James Cooper, Partner da Clyde & Co, sediado em Londres, citado no relatório.

Nesta 2ª edição anual do estudo Directors’ Liability Surveyo trabalho conjunto WTW-Clyde & Co baseia-se em informação recolhida através de inquéritos (9th Directors & Officers Liability Insurance Survey) junto do segmento profissional D&O de diversos setores (maioritariamente industrial, representado por 26%; transportes e retalho, com 16%; serviços, também em 16%; setor financeiro incluindo seguros, em 14%; energia e utilities, com 8%; saúde, com 6% e “outros”, pesando 13%) em 40 países como a Europa (29% do universo inquirido), Ásia (20%), Reino Unido (17%), América Latina (15%), América do Norte (9%), Austrália (8%) e África (1%).

 

Fonte: D&O: 71% dos executivos europeus apontam ciberataques como risco nº1 – ECO

 

Tailândia suspende 2 seguradoras que já não conseguem pagar sinistros Covid-19

Volume de responsabilidades financeiras assumidas com coberturas de Covid-19 está a surpreender seguradoras tailandesas. Duas vergaram ao peso dos sinistros e enfrentam processos de dissolução.

O ministério das Finanças da Tailândia revogou licenças comerciais às seguradoras Southeast Insurance e Thai Insurance, depois de terem falhado pagamentos aos clientes por um montante superior 18 mil milhões de bahts tailandeses (cerca de 493,3 milhões de euros ao câmbio corrente) em compensações relacionadas com sinistros de Covid-19, segundo foi divulgado pelo Office of Insurance Commission (OIC), regulador local do setor.

A Southeast Insurance sucumbiu a 13,5 mil milhões de baht (THB) em créditos relacionados com sinistros Covid-19 por pagar e a Thai Insurance acumulou 4,6 mil milhões da mesma natureza que a seguradora não tem condições de honrar. Estas companhias são subsidiárias do Thai Group Holdings, entidade controlada pelo multimilionário Charoen Sirivadhanabhakdi, considerado empresário mais rico do país.

As seguradoras foram advertidas pelo organismo regulador e foi-lhes concedido um prazo e possibilidade de suspenderem a venda de novas apólices do ramo não Vida, venderem parte dos ativos e usar o encaixe para reforço de capitais que permitisse proceder ao pagamento das indemnizações por infeções de Covid-19, mas não o fizeram. Agora, além de terem as licenças canceladas desde 1 de abril, a OIC vai aprofundar investigação comportamental que pode levar a ações legais visando os respetivos dirigentes por incumprirem indemnizações em atraso e porque, deliberadamente, também não aplicaram medidas para corrigir a insuficiências de capital.

Já no final de janeiro, os acionistas destas companhias recusaram apoiar o necessário reforço de capital, optando por devolver as respetivas licenças à entidade de Supervisão e suspender atividade, explicou Suttipol Taweechaikarn, secretário-geral do OIC. Agora, face ao desfecho anunciado, caberá ao Fundo de Garantia de seguros acompanhar um processo regulamentado de dissolução das seguradoras e dar destino aos clientes lesados que serão transferidos para outras 31 companhias de seguro.

Em 2020, cerca de uma dúzia de companhias procurou dar resposta à emergência da pandemia (de Covid-19) na Tailândia com oferta de apólices para cobrir despesas associadas com doença. Com incremento da oferta no mercado e preços cada vez mais atrativos para os consumidores venderam-se milhões de apólices. As duas companhias cujas licenças foram revogadas reúnem entre si perto de 1,2 milhão de apólices envolvendo coberturas Covid.

Com prolongamento da crise pandémica (mais os efeitos das novas variantes do coronavírus), as seguradoras demoraram a perceber que acumulavam responsabilidades de cobertura muito acima das suas reservas prudenciais e, consequentemente, começaram a enfrentar problemas operacionais decorrentes da expansão dos gastos com sinistros. O impacto da Covid-19 no setor não fez apenas aquelas duas vítimas. A OIC tem tido reuniões com outras 15 empresas (10 do ramo não Vida e cinco do ramo Vida) para lidar com os efeitos da Covid-19.

Em conjunto Southeast e a Thai geriam carteiras somando oito milhões de clientes no total.

 

Fonte: https://eco.sapo.pt/2022/04/11/tailandia-suspende-2-seguradoras-que-ja-nao-conseguem-pagar-sinistros-covid-19/

Quais as seguradoras que mais ganharam com crescimento de 70% no ramo Vida

As companhias que convenceram bancos a convencerem os clientes a abdicar de garantia de rendimento e de capital são as vencedoras do ramo Vida em 2021. Veja as que mais venderam.

falta de alternativas de investimento rentáveis para as poupanças dos portugueses levou a uma mudança de espírito dos aforradores. Se antes estavam habituados a produtos financeiros que garantiam rendimento e, com certeza, o capital investido, durante o ano passado começaram a aceitar a tomada de risco para conquistar algum rendimento. Os produtos unit-linked, ligados a fundos de investimento e com rendimento indexado ao valor dos seus ativos, quase quadruplicam sob o formato PPR e mais que duplicaram em todos os outros tipos de seguros.

Fonte: APS; Tratamento de informação: ECOseguros.

O relatório Produção de Seguro Direto 2021, compilado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS) e agora divulgado, revela forte crescimento para quase todas as 26 seguradoras que exploraram o ramo Vida em 2021. Os seguros não PPR ligados a fundos de investimento cresceram 136% e são hoje quase metade do negócio do ramo Vida. Os PPR unit-linked subiram vendas 1,7 vezes e continuam como o terceiro tipo de produto Vida com maiores vendas, representando 15% do mercado Vida. Mais moderada foi a subida dos seguros mais tradicionais, com risco do lado das seguradoras. Com formato PPR cresceram 2% e os de puro risco subiram 30%.

Do lado das seguradoras foi uma questão de promover produtos adequados à nova procura, até por que os produtos unit-linked, com todo ou grande parte do risco do lado dos subscritores, alivia a mobilização de capital próprio do lado das seguradoras e com isso melhora a sua rentabilidade e possibilidade de crescimento de negócio.

Para que os produtos Vida se vendessem com sucesso foi preciso convencer os bancos e estes só se convencem proporcionando-lhes rendimentos tão ou mais interessantes que os obtidos pelos seus próprios produtos financeiros. Como afirma uma administradora de uma seguradora Vida importante no mercado é difícil a mediação descansar clientes quando se oferecessem produtos sem garantia sequer de capital. Para os bancos, diz a mesma fonte, é mais fácil consegui-lo.

De facto, em outro relatório da APS, constata-se que os bancos são responsáveis por 78% das vendas do ramo Vida, sendo os restantes da responsabilidade de todos os outros canais. Em 2020, esse peso era de 74% para os bancos, foi este canal que crescendo 75% contribuiu decisivamente para o crescimento geral de 70% do ramo Vida.

Fonte: APS; Tratamento de informação: ECOseguros.

As seguradoras com forte ligação bancassurance aproveitaram esta onda favorável. Entre as cinco primeiras de cada um dos cinco tipos de produtos de ramo Vida verifica-se que a Fidelidade conta como apoio da Caixa Geral de Depósitos, do Banco CTT e do EuroBic. A Ocidental, do Grupo Ageas Portugal, com o Millennium bcp. A Lusitania com o Montepio. A BPI Vida e Pensões com a sua rede bancária. A GamaLife com o Novo Banco. A Santander Totta Vida e a Aegon Santander com os clientes do Banco Santander. A CA Vida com a rede comercial do Crédito Agrícola. A Zurich tem produtos unit-linked dedicados ao Banco CTT, ao ABANCA e ao Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA).

Das seguradoras que estão nos 5 lugares de topo apenas a Real Vida faz o seu percurso paralelo a todos os concorrentes. Tem uma rede de distribuição sem canal bancário, cresceu essencialmente em produtos não ligados a fundos de investimento e ainda assim conseguiu, em 2021, uma subida de 75% nos prémios emitidos, tornando-se a 10ª maior operadora no ramo Vida.

 

Fonte: https://eco.sapo.pt/2022/02/03/quais-as-seguradoras-que-mais-ganharam-com-crescimento-de-70-no-ramo-vida/

Marca Allianz é nº1 do mundo nos Seguros

Allianz é a primeira entre marcas globais que têm operação internacional na indústria de seguros, posicionando-se 30ª entre as marcas mais valorizadas de todos os setores no ranking “Global 500″ da Brand Finance para 2022.

“Esta notícia afirma não só a força da marca Allianz mas também demonstra que a Allianz é mais do que um líder no negócio dos seguros,” comentou Serge Raffard, Group Strategy, Marketing, Distribution Officer na Allianz SE num comunicado da companhia.

Atribuindo rating ‘AAA-’, classificação que traduz a força da marca (Brand Strenght Score) e é sustentada pelas perspetivas de crescimento dos negócios, a consultora estratégica de marcas calcula o valor da marca Allianz em 45,2 mil milhões de dólares.

Allianz é Marca nº1 do mundo nos seguros pelo 3º ano seguido

Posicionando-se como nº1 dos seguros em diversos rankings de Marca nos últimos 3 anos, a companhia germânica continua a expandir negócio na gestão de ativos, gerindo atualmente uma carteira em torno de 2,5 biliões de euros (Total AuM), destaca o grupo segurador realçando que ao aproximar-se dos 39 mil milhões de euros, o valor da Marca cresceu 12% em 2022.

Em entrevista publicada no website Brand Finance, Serge Raffard, responsável pela estratégia de Marketing do grupo, e Christian Deuringer, Head of Global Brand & Marketing, Allianz, explicam o que distingue a Allianz e os elementos que conferem força à marca do grupo alemão.

O Ranking 500 da Brand Finance (2022) tem como marca mais valorizada do mundo a Apple (355 mil milhões de dólares), seguida da Amazon e Google. Por regiões, os EUA e a China mantêm-se dominantes, representando dois terços do valor global do ranking.

Ainda de acordo com a consultora especialista em avaliação de marcas, as alemãs Mercedes-Benz e Deutsche Telekom, valorizadas cada uma em mais de 60 mil milhões de dólares, são as mais valiosas entre marcas na Europa.

Fonte: https://eco.sapo.pt/2022/01/31/marca-allianz-avaliada-em-39-mil-milhoes-e-no1-do-mundo-nos-seguros/

INE: Preços dos seguros aumentaram 2,1% em 2021 mas continuam mais baratos que em 2012

O INE retira prémios e indemnizações e foca-se no serviço das empresas de setor para calcular a inflação nos seguros. No ano passado os preços cresceram, mas continuam mais baratos que em 2012.

 

Os preços dos seguros aumentaram 2,1%, considerando a variação homóloga no mês de dezembro de 2021 e 2020, valor abaixo do registado para o IPC nacional que se fixou em 2,7% para o mesmo indicador e em 1,3% se considerada a inflação média mensal.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) relativo ao último mês do ano passado, agora divulgado pelo INE, desagrega a análise dos preços de seguros em quatro classes registando um aumento dos preços, comparando dezembro de 2021 e 2020, dos seguros relacionados com a Habitação em 1,7% e nos relacionados com Transporte em 3,2%. Em sentido inverso os preços dos seguros relacionados com a saúde baixaram 0,1% enquanto todos os outros seguros permaneceram quase inalterados.

 

 

O IPC elaborado pelo INE quanto aos seguros incide sobre a taxa de serviço cobrada pelas empresas de seguros. Essa taxa é calculada subtraindo aos prémios brutos dos seguros e prémios suplementares as indemnizações e a variação das reservas atuariais. Na prática está fortemente condicionada pela taxa de sinistralidade e consequente rentabilidade dos diferentes ramos objeto de análise.

Como a base do IPC é 2012 verifica-se que os preços dos seguros, na ótica dos serviços prestados pelas empresas de seguros estão 0,4% abaixo do valor de quase 10 anos, enquanto o IPC geral aumentou 6,7% nesse período. Por classes, os seguros relacionados com a habitação subiram 7,7% desde 2012 e os relacionados com a saúde 16%. Os seguros relacionados com Transportes baixaram 5,2% em quase 10 anos e a classe de outros seguros registou uma quebras de preços de 10,5% no mesmo período. Os prejuízos crónicos dos últimos anos nos ramos automóvel e acidentes de trabalho, com taxas de sinistralidade acima dos 100% do valor dos prémios, terão influência neste desempenho negativo para o negócio da indústria seguradora.

 

Fonte: https://eco.sapo.pt/2022/01/13/ine-precos-dos-seguros-aumentaram-21-em-2021-mas-continuam-mais-baratos-que-em-2012/

APS aconselha proprietários a verificarem coberturas dos imóveis habitacionais e os capitais seguros

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) disponibiliza uma ferramenta digital gratuita para ajudar a calcular o capital do seguro de incêndio e elementos da natureza e de multirriscos dos imóveis habitacionais.

 

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) disponibiliza uma ferramenta digital gratuita para ajudar a calcular o capital do seguro de incêndio e elementos da natureza e de multirriscos dos imóveis habitacionais.

No arranque do novo ano, “a APS aconselha  os consumidores a revisitarem os seus contratos de seguro, verificando as coberturas contratadas – nomeadamente as relacionadas com fenómenos da natureza – e atualizando os capitais seguros”, refere a entidade liderada por José Galamba.

No caso concreto das apólices de seguros de Incêndio e Elementos da Natureza e de Multirriscos de habitação, a APS recorda que o SCRIM – Simulador para o Cálculo de Custo de Reconstrução de Imóveis se encontra disponível, de forma digital e gratuita  para apoiar os tomadores de seguro na determinação do capital a segurar.

“Transparente e de fácil utilização, o SCRIM está concebido para ajudar o tomador do seguro a realizar, a partir de um nível de informação relativamente simples, a projeção do valor de reconstrução do imóvel, isto é, o valor do capital seguro”, diz a APS.

Com base num conjunto de informações a introduzir pelo utilizador – área, qualidade, localização, arquitetura e outros elementos caracterizadores do imóvel – é calculado, no momento, um valor de referência do custo de reconstrução da habitação, ou seja, o valor que custaria erguer de raiz, depois de totalmente destruído, um imóvel ou fração com um padrão equivalente.

O valor obtido poderá e deverá ser sempre objeto de ajustamento por parte do tomador do seguro no caso de a fração ou imóvel apresentar características específicas face a uma habitação padrão equivalente.

A APS destaca que os resultados obtidos através deste simulador são meramente indicativos. Os tomadores não estão, por isso, obrigados a aceitá-los, cabendo-lhes sempre a responsabilidade de indicar o valor, em concreto, pelo qual pretendem segurar o seu imóvel.

Disponível através do site da APS, este simulador conta, desde o seu lançamento oficial, no dia 15 de março de 2021, com cerca de 100 mil visitas.

O SCRIM foi desenvolvido com base numa fundamentação metodológica produzida de forma totalmente independente pela FUNDEC, Associação para a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitetura, ligada ao Instituto Superior Técnico.

 

Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/aps-aconselha-proprietarios-a-verificarem-coberturas-dos-imoveis-habitacionais-e-os-capitais-seguros-827267

8 resoluções de Ano Novo a pensar na família

As resoluções de Ano Novo são uma oportunidade para fazer um balanço do que está para trás, definir objetivos e comprometer-se com mudanças futuras, que o ajudem a promover uma vida familiar mais ativa, saudável, sustentável e financeiramente segura.

Para o apoiar neste novo começo, conheça as oito propostas de resoluções de Ano Novo do Mundo Z da Zurich. São pequenos gestos com um grande impacto para um melhor 2022 e para todos os anos que se seguirão.

 

1. Uma família mais ativa, o ano todo. Crie momentos familiares ativos regulares, para contrariar o sedentarismo e melhorar a saúde. Introduza semanalmente atividades desportivas, aproveitando o bom tempo para passear de bicicleta, fazer patinagem ou jardinagem. Nos dias mais frios ou com chuva, dê preferência a atividades que possam ser feitas dentro de casa ou em espaços fechados, como dança, bowling ou até jogos tradicionais.

2. Mais tempo para a literacia financeira. A segurança financeira é fundamental para proteger a sua família, garantindo que haverá sempre um montante disponível para gerir despesas inesperadas ou fazer frente a alterações na fonte de rendimento. Como primeiro passo, defina um orçamento familiar, e procure aprofundar os seus conhecimentos em literacia financeira, recorrendo gratuitamente a diversos recursos disponíveis em várias plataformas digitais.

3. Começar (ou reforçar) as poupanças familiares. Torne esta resolução num compromisso de poupança regular, colocando um montante de parte no início de cada mês. Para maximizar a sua poupança, pondere optar por soluções que lhe permitam, além de amealhar uma certa quantia, colher dividendos mais tarde.

4. Pôr as mãos na massa em família (com novos hábitos alimentares). Promover a preparação de refeições em família permite momentos de partilha e proximidade, e também transmitir aos mais novos competências de culinária, gestão de tarefas e limpeza. Aproveite para lhes ensinar as vantagens de uma alimentação saudável, optando por confecionar refeições equilibradas para todos, e adotando novos hábitos alimentares.

5. Fazer da reutilização um hábito. Reutilizar diferentes materiais é um contributo para um Ano Novo protegido em termos financeiros e ambientais. Incentive toda a família a encontrar novos usos para objetos em casa, doando roupas que já não servem, transformando embalagens vazias em brinquedos, ou aproveitando outros materiais para objetos de decoração. Adote o mesmo princípio quando precisa de adquirir novos itens: procure feiras, lojas e plataformas digitais que vendam em segunda mão.

6. Contribuir mais para a comunidade. Quer seja a apoiar outras famílias, a proteger o ambiente ou a cuidar de animais, faça voluntariado em família. Proteger a sua comunidade reflete-se também num futuro melhor, mais justo e sustentável para os seus filhos e netos, transmitindo-lhes valores como a entreajuda, a gentileza e a caridade.

7. Preparar o futuro dos seus filhos, à prova de qualquer cenário. Ninguém gosta de pensar em cenários mais graves, mas esta é também uma das responsabilidades enquanto pais, garantindo que os filhos beneficiarão sempre de uma proteção financeira. Aproveite para traçar estratégias que providenciem essa segurança, criando, por exemplo, uma poupança para os mais novos já a pensar na faculdade, ou contratualizando um seguro de vida para si, que possa servir-lhes de salvaguarda financeira em caso de acidente, morte ou doença crónica.

8. Mais privacidade na era digital. Apesar das vantagens da Internet e das redes sociais, é fundamental estabelecer regras e bons hábitos para evitar ataques à privacidade. Comece por analisar todos os aparelhos conectados e verificar todas as aplicações, programas e emails, eliminando os que já não usam e que possam ser um ponto de acesso a dados pessoais. Garanta também que as definições de privacidade e segurança definidas nos dispositivos, programas e aplicações permitem a máxima proteção de navegação. Aproveite para transmitir aos seus filhos a importância da privacidade e de escolher as definições certas em cada jogo e outras aplicações, de forma a proteger a informação pessoal.

Estas são algumas das resoluções de Ano Novo que, uma vez concretizadas, podem ajudar a sua família a estar mais protegida, saudável e com bem-estar reforçado. Inspire-se e construa a sua lista pessoal de desejos e compromissos.

Fonte: https://www.itmustbegood.net//post/resolucoes-ano-novo-familia