Furto de automóveis cresce mais no Porto do que em Lisboa. PSP cria unidade especial

O valor comercial dos carros desviados por redes criminosas subiu de oito milhões para 8,7 milhões de euros. A média nacional de furtos avançou quase 10%, sendo de nove veículos/dia, segundo a PSP.

O número de carros furtados em Portugal está a aumentar e a área do Grande Porto está no topo da lista negra de veículos roubados, que são cada vez mais valiosos. Os números de furto e de recuperação de carros furtados em Portugal têm vindo a aumentar desde há dois anos, atingindo cerca de 270 veículos roubados por mêsreferiu o ECO na ronda diária pela imprensa escrita.

De acordo com dados estatísticos da PSP citados pelo Jornal de Notícias, o número médio de furtos de automóveis passou de oito, um ano antes, para nove veículos por dia no primeiro trimestre deste ano em Portugal. “Verificamos um aumento do número de crimes de furto de veículo motorizado e roubo de viatura na ordem dos 9,4%, comparativamente com os dados do primeiro trimestre de 2019. O valor total atribuído aos furtos e roubos de viaturas denunciados no primeiro trimestre de 2020 aumentou cerca de 9,8 %, relativamente ao verificado em 2019″, explicou fonte da PSP citada pelo JN.

A mesma tendência foi registada de 2018 para 2019, passando de 6281 desvios de veículos para 6346. No mesmo período, o número de carros recuperados pela PSP subiu de 3338 veículos para 3542.

As áreas do Porto e de Lisboa são aquelas onde se regista maior número de furtos. Em 2018, foram roubados 1560 veículos no Grande Porto e 1275 na capital. No ano seguinte, registaram-se 1572 furtos no Norte e 1240 na área do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa – ou seja, mais 332 carros.

Nos primeiros três meses de 2020, só na região Grande Porto, foram furtados 541 carros, mais 21 do que no mesmo período do ano passado. Na região de Lisboa, o número caiu de 484, um ano antes, para 468 em janeiro, fevereiro e março de 2020.

Na maior parte dos casos, os veículos são levados por redes criminosas e depois desmantelados, para abastecerem o mercado de venda de peças usadas, ou são simplesmente falsificados, “passando a circular como se fossem veículos genuínos”, refere o JN.

Para travar este tipo de criminalidade, a PSP criou uma equipa especial (em outubro de 2019), denominada UNICA (Unidade Nacional de Investigação da Criminalidade Automóvel), que aposta na análise criminal e nas mais recentes técnicas forenses.

Além de concentrar informação dos roubos, esta equipa de polícia tem equipamento que permite perceber, de forma rápida, se um carro foi viciado. Outra aparelhagem faz a análise do local onde tudo aconteceu o que facilita as investigações e a identificação dos autores do crime.

 

In Eco.Sapo

Veículos conectados: Allianz defende controlo com um centro europeu contra cibercrime

Um evento anual da Allianz reuniu especialistas da indústria automóvel, das tecnologias, dos seguros e da academia em torno dos riscos cibernéticos que ameaçam o segmento dos veículos conectados.

Para manter um nível de resposta eficaz aos desafios de segurança e proteção no futuro do ecossistema da mobilidade, em particular nos veículos conectados, o grupo Allianz sugere a criação de uma plataforma pan-europeia envolvendo o setor automóvel, seguros e demais parceiros, subscrevem participantes do Allianz Motor Day 2020, dedicado ao tema “Cyber Risks in the Connected Car Eco System.“

De acordo Klaus-Peter Röhler, CEO da companhia na Alemanha e membro do conselho de administração da Allianz SE: à imagem do que acontece com as redes informáticas “tradicionais”, que se tornaram alvo de ataques cibernéticos, a exposição dos automóveis ao cibercrime afigura-se uma ameaça crescente. Só na Europa, segundo números da Capgemini, prevê-se um aumento de 37 milhões de veículos ligados em 2018 para 110 milhões em 2023. Dado que o número de veículos conectados irá aumentar significativamente nos próximos anos, os veículos estarão também cada vez mais expostos a riscos cibernéticos. Neste cenário emergem desafios a que é preciso responder com rapidez, observou.

Para enfrentar esses desafios e dar-lhes resposta eficaz, “apelamos a uma solução europeia neste 8th Allianz Motor Day: um Centro de Informação de Segurança Automóvel multi-indústria,” que promova soluções específicas para as empresas e que sirvam o desenvolvimento do ecossistema da mobilidade, apelou Rohler.

No evento virtual do grupo segurador alemão intervieram especialistas da indústria automóvel, do setor tecnológico, dos seguros e da comunidade académica (computação e segurança de sistemas), discutindo questões em torno dos riscos cibernéticos dos veículos modernos, as medidas de prevenção adequadas e as dúvidas sobre as coberturas de seguro.

Segundo Frank Sommerfeld, responsável pela área de seguros da Allianz AG (Alemanha), até agora, os ciberataques não foram causa de acidentes de viação. “A Allianz não teve de pagar indemnizações por qualquer acidente que tenha sido evidentemente causado por um ataque de hackers,” referiu. Se um ataque de hackers causar um acidente que lesione pessoas e danifique o seu próprio veículo ou o de outra pessoa, geralmente todas as filiais europeias do Grupo Allianz fornecem cobertura de seguro, e o seguro do veículo trata do prejuízo financeiro – não há exclusão geral para hackers”.

No entanto, ressalvou Sommerfeld, tratando-se de um ataque aos servidores ou à plataforma digital (do fabricante) que comunica com o veículo, “e o ataque perturbar funções em alguns veículos ou mesmo em todos de um determinado tipo, a responsabilidade recai sobre o fabricante”.

Ao longo de cerca de 90 minutos de discussão, os intervenientes no webinar abordaram esta e outras situações (relacionadas, por exemplo, com problemas de atualização de software, respetiva sincronização com dispositivos móveis e outras funcionalidades; caixa negra do veículo; chaves de ignição digital e/ou roubo de códigos) relativamente às quais poderão subsistir lacunas e dúvidas. Por isso, será também necessário clarificar e sistematizar o que é responsabilidade do fabricante e quais as situações suscetíveis de cobertura pelos seguros.

 

In Eco.Sapo

Seguradoras obrigadas a divulgar “moratória” já alargada até Março de 2021

Medida entra em vigor esta quarta-feira e permite, como até agora, prolongar temporariamente a vigência de seguros obrigatórios no caso de não pagamento dos respetivos prémios.

A medida especial para os contratos de seguros, que apesar de não envolver créditos ficou conhecida por “moratória dos seguros”, foi prolongada até 31 de Março de 2021. O decreto-lei que que estende o prazo foi publicado esta terça-feira em Diário da República e entra em vigor já amanhã, 30 de Setembro, data em que termina o regime actual, criado para apoiar particulares e empresas com dificuldades em suportar os encargos com custos/prémios de seguros na sequência da pandemia de covid-19.

Em relação ao regime criado pelo Decreto-Lei n.º 20-F/2020, de 12 de Maio, o novo diploma tem uma novidade, na medida em que estabelece “um dever de divulgação das medidas” por parte dos seguradores. “Os seguradores divulgam as medidas estabelecidas no presente decreto-lei na página principal do seu sítio na Internet e através dos contactos habituais com os seus clientes”, foi aditado ao diploma.

Um acidente no percurso: sabias que quando sais de casa já estás “em trabalho”?

Sabias que se tiveres um acidente de viação este pode ser considerado acidente de trabalho?

 

O comum dos trabalhadores desconhece a panóplia de direitos de que é titular. Verdade se diga que, de entre créditos de formação profissional e despesas de deslocação, tudo depende do previsto no código do trabalho, no instrumento de regulamentação coletiva aplicável (vulgo, contrato coletivo de trabalho, acordo coletivo de trabalho, acordo de empresa, etc.) e do próprio contrato. Só um “iluminado” para perceber, com toda a certeza, o regime aplicável a um trabalhador em concreto. Mas mais do que créditos laborais há que remexer no baú para procurar uma outra legislação “esquecida”, a Lei dos Acidentes de Trabalho.

 

O entendimento de acidente de trabalho tem evoluído ao longo dos tempos, a par, aliás, da própria forma de prestar trabalho. Hoje, entende o legislador que o trabalhador, grosso modo, entra na disposição do empregador logo que sai para o trabalho e, depois de prestar as suas funções, finda a jornada de trabalho, só quando chega a casa. Nestes períodos, o risco da ocorrência de qualquer acidente de trabalho corre por conta do empregador.

 

Estes são os chamados acidentes de trabalho in itinere, ou seja, em trajeto (acidente de carro, atropelamento, queda de balão de ar ou da trotineta). Consideram-se acidentes in itinere os ocorridos nos trajetos normalmente utilizados nesta deslocação e durante o período de tempo habitualmente gasto pelo trabalhador, embora a lei não exija que o trabalhador tenha que percorrer sempre o mesmo trajeto, reconhecendo desvios causados por motivos atendíveis e de força maior (pense-se nos casos em que há acidentes de viação, obras no percurso ou aquele aperto na bexiga). Mais do que a deslocação para casa e de casa para o trabalho, há ainda que ter em conta as deslocações no âmbito dos períodos de refeição – e para a refeição, não contando aquele visita a amigos especiais, ainda que tenha “fins alimentícios”.

 

In Público

Ciberataques: Um fenómeno para ficar e que o contexto pandémico ajudou

Os seguradores ainda têm muito trabalho pela frente. Até perceberem como podem mitigar riscos e os segurados (clientes), terão de perceber que a proteção tem um custo.

 

O que está por detrás dos ataques cibernéticos? As motivações podem ser políticas, religiosas ou outras, diz Jorge Tobias, responsável de Riscos Cibernéticos da Willlis Towers Watson. Descarta que tenha sido a pandemia a exacerbar esses ataques, embora existam exceções nesta leitura como foi o caso recente sobre a tentativa por parte de hackers russos de tentarem aceder a informação sobre o desenvolvimento de vacinas para a Covid-19 no Reino Unido. Ideia semelhante é defendida por Pedro Pinhal, diretor de Sinistros da MDS Portugal que afirma que “após o início da pandemia, assistimos a uma maior preocupação das famílias e empresas relativamente ao risco cibernético.

De facto, apesar da consciência para os riscos cibernéticos ser, ano após ano, cada vez maior, a atual pandemia elevou este tipo de riscos a um patamar nunca antes visto. E atingiu de forma transversal toda a sociedade, isto é, cidadãos, famílias e organizações, sejam elas de pequena, média ou grande dimensão. Esta maior preocupação tem fortes motivos para se verificar pois, como revelam os mais recentes dados, o número de incidentes em Portugal e no mundo tem assumido proporções nunca antes vistas. Por exemplo, segundo os dados mais recentes do Gabinete de Cibercrime da PGR, nos primeiros cinco meses deste ano tinham sido registadas mais 139% de denúncias de crimes cibernéticos do que em todo o ano de 2019!” E claro que a necessidade de reduzir o risco de contágio do vírus alterou a forma como se trabalha, como estudamos ou como comunicamos, tanto em casa como no trabalho. Todos nós nos tornámos fortemente dependentes dos sistemas informáticos. Diz Sjoerd Smeets, chief risk officer do grupo Ageas Portugal que a mudança do modelo de trabalho foi súbita e nem todas as empresas tiveram tempo de implementar os mecanismos de segurança adequados para os seus colaboradores.

Muitos destes nem estavam completamente cientes de todos os riscos cibernéticos. Smeets frisa que “os cibercriminosos estão a tentar explorar esta vulnerabilidade e o número de ataques de spam, phishing e malware está a aumentar muito (pelo menos em 35%). É crucial que todos estejam bem cientes dos riscos que correm, e que utilizemos a internet de forma mais responsável, com proteção e de forma a reduzir os riscos de ciberataques”.

A digitalização dos negócios, e da vida humana em geral, é a grande razão pela qual os ataques acontecem e têm um impacto brutal, diz Manuel Coelho Dias, Cyber Risk Specialist da Marsh Portugal. Acrescenta que “a partir do momento em que grande parte do valor de uma empresa se encontra digitalizado (sejam segredos de negócio, bases de dados de clientes, contactos de fornecedores, mas também a operação em si e a cadeia logística), os ativos digitais tornam-se uma camada de valor muito assinalável e apetecível aos criminosos. As grandes tipologias de eventos que têm afetado as empresas são os data breaches em que há mera extração das bases de dados, os ransomwares (nos quais pode ou não haver extração das bases de dados hackeadas), o spear phishing e as fraudes por engenharia social. De acordo com a informação coligida pela Marsh, CMS & Wavestone no The Changing Face of Cyber Claims Report, os ransomwares são a ameaça mais frequente na nossa carteira de clientes, mantendo uma tendência de subida muito assinalável nos últimos anos”.

E o que vai mudar? No seguros o novo foco está na proteção cibernética e potenciais coberturas para a interrupção temporária de negócios. No entanto, a maior mudança será na transformação digital, refere o mesmo gestor. E adianta que esta pandemia acelerou esse processo. Nas vendas, os canais digitais estão a ganhar relevância, mas também os canais mais tradicionais como os mediadores ou o canal bancário tiveram necessidade de se reinventar e apostar em ferramentas digitais como suporte ao negócio. Ao nível dos sinistros, os clientes não precisam de se deslocar a uma oficina para fazer a peritagem ao veículo em caso de acidente, podem fazê-la na comodidade da sua casa, garagem ou escritório. E nos seguros de saúde, os clientes começaram a utilizar soluções de telemedicina. Por sua vez, Manuel Moita de Deus, da NacionalGest, realça que quase se analisa o setor financeiro e a indústria seguradora em particular “há algo de fundamental e transversal: a total dependência da base de dados de clientes e a inexistência de produtos físicos em armazém”.

 

In Jornal Económico

Zurich Portugal e Missão Azul doam 35 mil euros à ACREDITAR

No Mês Internacional de Sensibilização para o Cancro Pediátrico, setembro, a Zurich Portugal, a “Z Zurich Foundation”, fundação corporativa criada por vários membros do Zurich Insurance Group e a Missão Azul – Clube de Voluntariado da Zurich, doaram 35 mil euros à ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.

Devido à fragilidade dos seus sistemas imunológicos, as crianças e jovens doentes pediátricos são particularmente vulneráveis à COVID-19 e, por este motivo, a ACREDITAR está, desde fevereiro, a adaptar todas as suas ações a esta realidade.

O donativo vai ser aplicado em materiais de proteção para crianças, jovens e suas famílias, na continuação da adaptação necessária ao contexto epidémico dos espaços das Casas Acreditar em Lisboa, Coimbra e Porto, no transporte de doentes e famílias, no apoio financeiro às famílias de doentes em situações socioeconómicas críticas e na criação de testemunhos em vídeo de sobreviventes de cancro para partilha com as crianças e jovens internados.

“No meio do contexto pandémico que vivemos e com a possibilidade de um agravamento a partir do outono, não podemos deixar que o cancro pediátrico caia no esquecimento. Continua a ser fundamental realçar a importância do diagnóstico atempado do cancro pediátrico e garantir que a qualidade dos tratamentos se mantém na agenda pública. Neste momento em que as famílias estão ainda mais carenciadas social e financeiramente e em que sentimos uma quebra dos nossos fundos, é renovador contarmos com o empenho de parceiros como a Zurich no reforço da proteção das nossas Casas e também das crianças e jovens hospitalizados”, salienta Margarida Cruz, diretora-geral da ACREDITAR.

“A Zurich é parceira da ACREDITAR há mais de dez anos e considerando que os impactos da COVID-19 são particularmente sentidos nas crianças e jovens com cancro pediátrico e que as necessidades de adaptação da ACREDITAR aumentaram, faz-nos todo o sentido reforçar o nosso apoio, contribuindo assim para a qualidade de vida destes doentes, sobreviventes e suas famílias que tanto precisam da nossa atenção, do nosso apoio e da nossa dedicação”, afirma António Bico, CEO da Zurich Portugal.

Em resposta aos desafios que as instituições de beneficência enfrentam devido à crise provocada pela COVID-19 e para manter o apoio às instituições selecionadas através de um contínuo compromisso local com o voluntariado, a Zurich Portugal, a “Z Zurich Foundation” e a Missão Azul também estão a apoiar a ADIL – Associação para o Desenvolvimento Integral de Lordelo, Casa da Criança de Tires, Centro de Apoio ao Sem-Abrigo de Setúbal, CEPAC – Centro Padre Alves Correia, Comunidade Vida e Paz, Coração Amarelo, Cruz Vermelha Portuguesa, EPIS – Empresários Pela Inclusão Social e vários centros hospitalares com alimentação, equipamento informático, material didático, mobiliário ou viseiras de proteção individual.

A ACREDITAR existe desde 1994. Presente em quatro núcleos regionais: Lisboa, Coimbra, Porto e Funchal, dá apoio em todos os ciclos da doença e desdobra-se nos planos emocional, logístico, social, entre outros.

Em cada necessidade sentida, dá voz na defesa dos direitos das crianças e jovens com cancro e suas famílias. A promoção de mais investigação em oncologia pediátrica é uma das preocupações a que mais recentemente se dedica.

O que a ACREDITAR faz há 25 anos – minimizar o impacto da doença oncológica na criança e na sua família – é ainda mais premente agora em tempos de crise pandémica.

 

In Indice

Brands Like Bands. Festival de bandas de empresas com transmissão online

A oitava edição do Festival Brands Like Bands vai ter transmissão online, de 17 de outubro a 14 de novembro. O foco volta a estar no apoio a cinco causas e instituições.

A organização do festival Brands Like Brands revelou hoje que, à oitava edição, a iniciativa contará, pela primeira vez, com transmissão online. As transmissões ocorrem através do site da Rádio Comercial, todos os sábados, de 17 de outubro a 14 de novembro.

Aquele que se define como “o único festival de bandas de empresas do mundo” tem como conceito base dar palco aos trabalhadores de empresas que se juntam pela “paixão pela música”. “Estes músicos nos demonstram, que, não obstante os seus compromissos profissionais e pessoais, são pessoas que nunca deixaram de continuar com os seus sonhos”, explica o festival Brands Like Brands, no seu site.

Participam neste festival trabalhadores de empresas de várias dimensões e áreas de negócio com sede em França, Estados Unidos da América, Alemanha, Coreia do Sulou Japão, por exemplo. L’Óreál, Cisco, Siemens ou Zurich são alguns dos exemplos.

O conceito do festival prevê ainda o apoio a causas e instituições sociais, sendo que, este ano, é destacado o apoio prestado às instituições que “no seu dia-a-dia tentam mitigar os efeitos da Covid-19”. Cada um dos dias será dedicado à recolha de fundos para apoiar uma das seguintes instituições: Associação Coração Amarelo, U.Dream, Fundo de Solidariedade com a Cultura, APAV e APPACDM.

Para mais informações, visita: http://festivalbrandslikebands.com

 

In Forum Estudante