A Zurich Portugal e a “Z Zurich Foundation” estão a contribuir ativamente para a contenção da propagação da Covid-19 e para a proteção da qualidade de vida dos portugueses

Para contribuir na contenção da propagação da Covid-19, a Zurich Portugal e a “Z Zurich Foundation” doaram mais de 400 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa e à sua delegação de Setúbal. O investimento concretiza-se na criação e gestão de um centro regional de triagem da Covid-19 a norte e na aquisição de uma unidade de campanha hospitalar para Setúbal.

O centro regional de triagem da Covid-19 do norte vai ser inteiramente financiado pela Zurich Portugal e pela “Z Zurich Foundation” – o financiamento cobre a aquisição da unidade de campanha hospitalar, a capacidade logística do centro, os serviços de laboratório, a tecnologia e as necessidades de recursos humanos – a cada seis horas, cada centro de triagem terá um médico (presencial ou remotamente), dois enfermeiros, sete assistentes, um líder de equipa e um elemento de segurança. O centro regional terá capacidade para realizar testes de diagnóstico da Covid-19 a cerca de 9000 pessoas.

A doação à delegação de Setúbal da Cruz Vermelha vai ser investida numa unidade de campanha hospitalar a implementar no concelho de Setúbal, que dará apoio às ações da Cruz Vermelha e da Proteção Civil.

Escolas: Diretores querem saber se seguro escolar cobre quedas em casa

O Jornal Publico noticiou a informação infra:

Escolas

Diretores querem saber se seguro escolar cobre quedas em casa

Regime não prevê modalidade de ensino à distância. Professores estão preocupados e sem orientações.

O seguro escolar não prevê o contexto de ensino à distância e, por isso, os diretores querem saber se a cobertura abrange acidentes ocorridos em casa, por exemplo, durante as atividades de Educação Física. A dúvida foi colocada por diversos dirigentes durante as reuniões com o secretário de Estado Adjunto da Educação, João Costa, na semana passada, mas o Ministério da Educação (ME) ainda não deu uma resposta cabal aos estabelecimentos.

“E se um aluno torce o pé em casa durante a aula de Educação Física? O paradigma mudou e é urgente saber”, defende Filinto Lima, presidente da associação de diretores (ANDAEP).

“Temos de estar prevenidos mesmo para o imprevisível. E ter planos de contingência para tudo”, sublinha Manuel Pereira. Para o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), apesar de o seguro não prever o atual contexto de ensino à distância, deve imperar “o bom senso numa realidade absolutamente excecional”.

Os diretores da Região Centro usam a Microsoft Teams para contactar a Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares. Ontem a delegada regional esclareceu, através da plataforma, que a cobertura do seguro dependerá de o aluno conseguir “comprovar se o acidente aconteceu em atividade letiva”. É a única resposta oficial. O JN interpelou o ME, mas não recebeu resposta até ao fecho da edição.

DOCENTES SEM COBERTURA

Os professores de Educação Física também estão preocupados e o Conselho Nacional de Associações de Profissionais de Educação Física e Desporto (Cnapef) questionou o ME sobre a cobertura do seguro. Para o presidente, Avelino Azevedo, “todas as atividades aprovadas pelos conselhos pedagógicos, letivas e não letivas, devem estar cobertas”.

O Cnapef aguarda ainda resposta sobre as provas de equivalência à frequência feitas pelos alunos, no final de cada ciclo, quando chumbam a uma disciplina. No caso da Educação Física, a prova do 9.º “é 50% teórica e 50% prática, no 12.º é 80% teórica e 20% prática. Ainda não sabemos como fazer esta avaliação”, alerta.

Mário Nogueira também não sabe a cobertura no caso de um professor ter um acidente de trabalho em casa, uma vez que as seguradoras estão a excluir o teletrabalho, alerta. “Vamos ter de esclarecer junto do ME porque dependerá da apólice que não prevê teletrabalho, mas também não é exclusiva para acidentes dentro da escola. Cobre os percursos, por exemplo”, argumenta o líder da Fenprof.

Já o presidente da Confederação de Pais (Confap) não está preocupado porque no caso de acidente em casa as famílias “acionam os seguros de acidentes pessoais”, defende.

 

As seguradoras GEN/SU decidiram, desde o inicio da Pandemia, estender as coberturas ao domicílio dos Alunos.

Esta extensão de cobertura abrange o período escolar e horários definidos para o ensino à distância e será valida durante o período do confinamento e enquanto durar a pandemia.

Quando acabar o ano escolar ou no caso de regresso à escola a cobertura cessará de forma automática.

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A supervisão e a atividade seguradora num contexto excecional

Vivemos atualmente uma realidade nova, preocupante e rodeada de incertezas com consequências no futuro, imediato e mais distante, que ainda não somos capazes de inteiramente projetar. Esta crise sanitária, à escala global, provocada pelo surto pandémico Coronavírus – COVID-19, assumiu uma dimensão que não pode deixar ninguém indiferente e tem impactos na vida de todas as gerações a nível pessoal, social e profissional.

Esta situação obriga à assunção de uma responsabilidade coletiva, em que cada agente – social, económico e político – deve assumir o seu papel enquanto parte da solução, colaborando de forma ativa com ações e comportamentos que reduzam os riscos de contágio e promovam a coesão e a sustentabilidade social para, dessa forma, apoiarmos ativamente os sistemas de saúde e todos os profissionais que nos seus locais de trabalho, em casa e na rua trabalham para que nada falte e para que, dentro do possível, seja construída e mantida alguma “normalidade”.

Um dos agentes que assumirá o seu papel é o setor segurador nacional. Portugal conta com um setor segurador maduro, experiente e com provas dadas, que tem contribuído de forma significativa para responder às necessidades do País, potenciando níveis de confiança dos agentes económicos e dando garantias quanto ao desempenho das suas funções.

Sublinho a relevante função socioeconómica dos seguros, designadamente a função de mitigação e gestão dos riscos aos quais a vida humana e as atividades económicas estão expostas, a função redistributiva através da devolução à sociedade e à atividade económica de parte dos rendimentos captados e a função pedagógica e preventiva na promoção de boas práticas e bons comportamentos.

No atual contexto de adversidade em que estamos mergulhados, tenho total confiança que o setor segurador, os seus profissionais, operadores e reguladores não abdicarão de participar e responder afirmativamente às necessidades dos seus clientes e do mercado.

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) tem vindo a acompanhar de perto a evolução da situação excecional que se vive no e, em particular, o impacto que o agravamento da situação tem no setor segurador, promovendo as intervenções que se mostrarem necessárias para garantir que este setor se mantenha a funcionar em pleno, contribuindo dessa forma para dar resposta às necessidades das empresas e das famílias, para proteger os interesses dos consumidores e preservar a estabilidade financeira.

A diminuição da atividade económica afeta de forma direta a atividade do setor segurador, particularmente os ramos reais cuja produção vinha a crescer nos últimos anos, acompanhando o crescimento do PIB, crescimento que será inevitavelmente interrompido. Não é possível ainda determinar qual a dimensão e a duração da crise económica, mas não tenhamos dúvidas que o setor segurador será afetado.

A ASF mantém uma avaliação holística, em permanência, do impacto imediato dos efeitos associados à pandemia, designadamente nas vertentes da solvência, investimentos, liquidez, negócio e operacional.

A ASF tem na primeira linha das suas preocupações os consumidores. De um ponto de vista da supervisão comportamental, as recomendações enviadas às empresas de seguros reforçam o dever de, na sua atuação, terem em consideração que muitos dos seus clientes estão atualmente numa posição de grande vulnerabilidade, devido ao atual surto pandémico, pelo que deverão ser flexíveis no tratamento das situações que lhes forem apresentadas, procurando ir ao encontro das necessidades dos clientes, em temas como atrasos na cobrança de prémios, dificuldades de regularização de sinistros e de alterações de contratos e esclarecimento prévio de condições de resgate antecipado.

No atual contexto, a ASF tem ainda alertado as empresas de seguros para a necessidade de implementarem os seus planos de contingência, assegurando, nesta fase inicial, a continuidade do negócio, sem disrupções e tem transmitido orientações para que tomem as medidas necessárias com vista a restringir todas as ações no âmbito da política de gestão de capital que impliquem a descapitalização das empresas. As empresas de seguros têm à sua disposição um conjunto de mecanismos que podem ser usados para mitigar riscos, avaliados e monitorizados pela ASF.

Reconhecendo as dificuldades, a ASF definiu, também, medidas de flexibilização de regulação, designadamente em matéria de obrigações de reporte, de modo a que as empresas de seguros se foquem no essencial das suas operações.

A ASF – com 96% dos seus colaboradores em teletrabalho – mantém toda a capacidade de avaliação e supervisão, estando a cumprir as suas funções de regulação e supervisão graças ao esforço e à dedicação dos seus colaboradores que, nas difíceis circunstâncias, garantem uma supervisão ativa do setor segurador, em estreita cooperação com todos os seus operadores, e na defesa dos interesses de todos os tomadores de seguros e beneficiários.

Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões

 

Notícia publicada originalmente no Expresso.

Estivemos à conversa sobre Seguros de Vida

Vamos estar À Conversa Sobre Seguros de Vida:- O que é um SEGURO DE VIDA?- Em que situações devemos fazer um SEGURO DE VIDA?- Posso mudar um SEGURO DE VIDA associado a um CRÉDITO?- Uma fatalidade provocada pelo COVID-19 está coberta pelo SEGURO DE VIDA?- Um SEGURO DE VIDA pode ter coberturas diferentes?- Posso alterar o SEGURO DE VIDA sem sair de casa?Se pretender ter mais informações ou receber uma proposta para o seu SEGURO DE VIDA, faça o registo no link: https://forms.gle/aKkkQnYtJcmPuKNe7Contactos:- tele: 963698423- mail: atrindade@remax.pt- sms: m.me/ATrindade.pt- watsapp: www.whats.link/equipaatrindadeÀ conversa com António Octávio – A. Octávio Seguros, Lda

Publiée par Equipa ATrindade sur Mardi 7 avril 2020

Estivemos à conversa sobre Seguros de Vida com o António Trindade da Equipa ATrindade:

– O que é um SEGURO DE VIDA?
– Em que situações devemos fazer um SEGURO DE VIDA?
– Posso mudar um SEGURO DE VIDA associado a um CRÉDITO?
– Uma fatalidade provocada pelo COVID-19 está coberta pelo SEGURO DE VIDA?
– Um SEGURO DE VIDA pode ter coberturas diferentes?
– Posso alterar o SEGURO DE VIDA sem sair de casa?

Se pretender ter mais informações ou receber uma proposta para o seu SEGURO DE VIDA, por favor entre em contacto connosco ou preencha este formulário.

O nosso obrigado ao António Trindade e à equipa ATrindade pelo convite!

Vamos estar À Conversa Sobre Seguros de Vida: Com António Octávio

Vamos estar À Conversa Sobre Seguros de Vida:

– O que é um SEGURO DE VIDA?
– Em que situações devemos fazer um SEGURO DE VIDA?
– Posso mudar um SEGURO DE VIDA associado a um CRÉDITO?
– Uma fatalidade provocada pelo COVID-19 está coberta pelo SEGURO DE VIDA?
– Um SEGURO DE VIDA pode ter coberturas diferentes?
– Posso alterar o SEGURO DE VIDA sem sair de casa?

Se pretender ter mais informações ou receber uma proposta para o seu SEGURO DE VIDA, faça o registo no link: https://forms.gle/aKkkQnYtJcmPuKNe7

Assista ao direto em: www.facebook.com/ATrindade.pt/live

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